Serão 24 horas ininterruptas de uma imensa diversidade de eventos gratuítos, em vários pontos da cidade.
A programação da 6ª edição da Virada Cultural de São Paulo está disponível no site: http://viradacultural.org/


Postado por Laila Guilherme – Cinema Brasil
De Birmingham, na Inglaterra, Cibele Riccomini, correspondente internacional.O nome de Lula aparece ao lado do presidente americano, Barack Obama e do primeiro-ministro nipônico, Yukio Hatoyama.
A revista ‘Time’ traz um perfil honesto da vida pessoal e profissional de Lula e ironiza “que se os bilionários cuidassem mais da saúde pública talvez tivessem menos dor de cabeça no futuro...”
A revista ‘Time’ menciona com muita propriedade a dificuldade que Lula teve para chegar ao poder e a ironia de conseguir renovar seu mandato apesar de tantas intrigas da oposição: “Os barões do crime no Brasil estavam com os nervos à flor da pele checando o tanque de gasolina dos seus jatinhos quando o presidente Lula foi eleito em 2002”.
A revista afirma que o presidente Lula da Silva quer para o Brasil o que os Estados Unidos chamavam de Sonho Americano (American Dream), que hoje parece estar mais para pesadelo do que qualquer outra coisa.
Dados alarmantes revelados pela revista americana mostram que o poder financeiro dos Estados Unidos está concentrado numa fatia de apenas um por cento da população, enquanto 95 por cento do povão se espremem cada vez mais na base da pirâmide social.
Afinal de contas, quem está tentando imitar quem? Os Estados Unidos devem tomar cuidado para não caírem para a classificação de país de Terceiro Mundo. O Brasil está querendo distância desse modelo.
Postou Cibele Riccomini - correspondente internacional - Inglaterra
Filippo Monteforte/AFP


O carioca Paulo Francis (1930-1997), recentemente retratado em documentário dirigido por Nelson Hoineff, é o foco de “Paulo Francis – Polemista Profissional”, de Eduardo Nogueira. Um dos mais influentes e polêmicos jornalistas brasileiros de todos os tempos, Francis foi um dos fundadores do Pasquim, em 1969, e mais tarde colaborou com os jornais Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo, além de fazer comentários na TV Globo e participar do programa Manhattan Connection. O final do livro traz um ensaio fotográfico de Francis, produzido por Bob Wolfenson na década de 1990, e a quarta capa tem assinatura de Ruy Castro.
“Tinhorão, O Legendário”, de Elizabeth Lorenzotti, retrata José Ramos Tinhorão e seus artigos pioneiros sobre música e cultura popular. Carioca que adotou São Paulo para viver há muitos anos, abandonou o jornalismo em 1980, para dedicar-se a pesquisas sobre cultura. Ele demonstrou, por exemplo, que o samba nasceu no Rio e não na Bahia; e que a modinha nasceu no Brasil como dança, e só depois chegou a Portugal como canção. Além de um perfil biográfico de Tinhorão, o livro trata dos bastidores da imprensa carioca dos anos 1950 e 1960, incluindo suas ferrenhas críticas à bossa nova.
“Roberto Müller Filho – Intuição, Política e Jornalismo”, de Maria Helena Tacchinardi, retrata o criador do modelo que deu credibilidade e prestígio à Gazeta Mercantil, nos anos 1970, quando Müller Filho transformou o jornal em uma das publicações mais importantes do país – referência nas áreas de economia, negócios, política e diplomacia, e infelizmente fechado em 2009, após longa decadência. Escrito com base em depoimentos concedidos por Müller, o livro é um reencontro com quase cinco décadas da história do Brasil.
Os lançamentos ocorrerão nesta quarta-feira (28 de abril), a partir das 18h30, na Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915.
Postou Laila Guilherme - Cinema Brasil

A companhia não produzia filmes há 33 anos. O último foi “Paixão e Sombras” (1977), de Walter Hugo Khouri.
A nova produção conta a história da realização de “O Cangaceiro” (1953), de Lima Barreto, que ganhou 13 prêmios internacionais e é um dos filmes brasileiros mais vistos internacionalmente em todos os tempos. O filme vai misturar linguagem documental com imagens ficcionais. Lima Barreto será interpretado pelo ator Milton Levy – que atuou em novelas como “Canavial de Paixões” (SBT).
“LB Persona” será dirigido por Galileu Garcia, que foi assistente de direção de Barreto em “O Cangaceiro”.
Galileu – que recentemente lançou o livro "Mazzaropi, O Caipira Mais Caipira do Brasil", documentando a obra do artista, com quem trabalhou em muitos filmes – nos concedeu uma entrevista que conta toda a sua história no cinema da Vera Cruz, e estará em breve no ar pela Brasil MPB.
Laila Guilherme, Alcides Martins Fontes Jr. e Galileu Garcia Foto: Ana Lasevicius / RBMPB

Depois de cinco anos fechado, foi reaberto o sobrado de sete cômodos que abriga um pouco da memória da região, na Rua dos Ingleses, o Museu do Bixiga. Assim mesmo, com “i”, grafia defendida por alguns memorialistas e moradores das redondezas, por ser adaptação do termo ao jeito coloquial de falar. O Bexiga é a região compreendida entre a Rua Rui Barbosa, Avenida 9 de Julho e Rua dos Franceses. Pertence ao bairro chamado oficialmente de Bela Vista.
Tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp), pouco se sabe do imóvel. Alguns dizem que familiares de Getúlio Vargas moraram ali. Antes de virar museu, em 1981, ficou abandonado por cerca de 30 anos. Agora, a diretoria da instituição, considerada o mais antigo memorial de bairro paulistano, promete movimentar o espaço, a partir da captação de patrocínios: restaurar o imóvel, digitalizar o acervo fotográfico e passar a oferecer cursos.
Entre os 1,5 mil itens do acervo, há o kit completo de um “bexiguense” soldado revolucionário de 1932, uma cadeira de dentista dos anos 20, carrinhos de rolimã, uma geladeira quase centenária, um televisor e itens pessoais de Adoniran Barbosa – gravata, chapéu, cachecol e isqueiro –, além de um tesouro iconográfico: oito mil fotografias que ajudam a reconstituir a história do bairro paulistano.
Onde: Rua dos Ingleses, 118 – Bela Vista / Bexiga - Telefone (11) 3262-3156 - Mapa-link
Quando: de terça a sexta, das 14 às 18 horas.
Quanto: GRÁTIS

Detalhe da ilustração de capa do cd 180 anos de samba Cantando Noel Rosa e Adoniran
E por falar em Adoniran, ele e seu contemporâneo Noel Rosa estão sendo mais uma vez homenageados em seu centenário. O maestro João Maurício Galindo convidou a cantora Fabiana Cozza para celebrar a data com a Jazz Sinfônica, que ele dirige. Os compositores têm centenas de músicas conhecidas e gravadas em todo o Brasil, e seu trabalho tem como principal característica contar um pouco do cotidiano de São Paulo e do Rio de sua época.
Onde: Auditório Ibirapuera.
Quando: sexta e sábado (23 e 24), às 21 horas.
Quanto: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)
Mais informações aqui. http://www.auditorioibirapuera.com.br/detalhe_eventos.aspx?id=497
Postou Laila Guilherme - Cinema Brasil

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