sábado, 5 de junho de 2010

Dia Mundial do Meio Ambiente pede união de esforços


5 de junho é o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data foi criada em 1972 pela Organização das Nações Unidas (ONU), marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano.

Este ano o tema é “Muitas espécies. Um planeta. Um futuro”, que reflete o apelo em prol da conservação da diversidade de vida no mundo.

Milhões de espécies dividem o mesmo espaco com milhões de pessoas, e o recado é para uma ação em conjunto, que promova um futuro mais próspero e seguro para todos.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, lembrou que milhares de espécies estão desaparecendo no ritmo mais rápido já registrado em toda a história. Ressaltou, ainda, que é preciso parar com a extinção em massa e aumentar a sensibilização sobre a importância vital das espécies.

Para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, todos podemos contribuir com pequenas ações individuais ou coletivas para deter a extinção de espécies. Atividades de conservação já provaram ser efetivas contra o desaparecimento de espécies e restauraram habitats naturais vitais no mundo. Algumas delas estão sugeridas no site do WWF, uma das entidades não governamentais mais respeitadas do segmento.

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 69 espécies de mamíferos, 20 de répteis e 16 de anfíbios sofrem ameaça de extinção no Brasil.

A atividade humana desenfreada em busca de desenvolvimento é responsável por colocar em ameaça de extinção um total de 17.291 espécies, desde plantas e insetos pouco conhecidos, até as mais populares aves e mamíferos.



Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra.

‘Elevado 3.5’ retrata o famoso ‘Minhocão’

Imagem inusitada do Elevado, retratada no filme
Em tempos de mais uma proposta de demolição do polêmico Elevado Costa e Silva – o popular “Minhocão” – e no Dia Mundial do Meio Ambiente, nada melhor do que mencionar a estreia do documentário Elevado 3.5. Vencedor do festival É Tudo Verdade 2007, só agora chega ao cinema.

Em 1969, o Elevado era anunciado pelo então prefeito da capital paulista, Paulo Maluf, como “A nova solução de sistema rodoviário da cidade”. Há um mês, o atual prefeito, Gilberto Kassab, decretou sua demolição em no máximo 15 anos. Esta não foi a primeira ideia, já que a construção é acusada de ter contribuído em grande parte para a deterioração da região central da cidade, e dos antigos bairros elegantes de Campos Elísios e Santa Cecília, e há décadas tem recebido projetos alternativos a ele.

Todos os dias, milhares de automóveis circulam por seus 3,5 quilômetros, no “monumento” que privilegia o transporte individual, tendo aliviado o trânsito e se transformado na principal ligação entre as zonas oeste e leste.

Visto de cima, o Minhocão parece embrenhar-se pela chamada Selva de Pedra. Visto de baixo, parece exibir as entranhas de um bicho urbano caótico e desumano. E visto da janela de quem sabe que o caos urbano passa literalmente em frente? São essas as visões que o documentário Elevado 3.5 revela.

Cenário de filmes e comerciais – Não é a primeira vez que o Elevado é cenário de filmes e comerciais, mas com certeza é a primeira vez que é retratado como personagem principal. A equipe de diretores e produtores não só filmou ali, como também o usou para exibir o filme no último domingo. Uma estrutura com tela, 500 cadeiras, sistema de som e projetor de cinema foi montada no viaduto. A surpresa foi que surgiram 2 mil espectadores. Transeuntes subiram o Elevado e moradores dos prédios vizinhos pararam para ver o filme, munidos até mesmo de tigelas de pipoca.

Nenhum dos diretores do filme – Maíra Bühler, João Sodré, Paulo Pastorelo – é cineasta de formação. Ela é antropóloga. Eles, arquitetos. “Nosso histórico contribuiu para que a filmagem fosse calcada em uma pesquisa muito bem embasada. Além de termos convivido com o local – tínhamos um escritório na Santa Cecília –, nosso olhar se voltou sempre para o fator humano, e não somente para o caráter arquitetônico da questão”, comenta Sodré.

O fator humano deu cara a esse mal controversamente necessário. Pessoas “comuns” de várias origens e moradores de prédios vizinhos ganham voz e rosto em Elevado 3.5. Pessoas que dividem seu dia a dia e humanizam o Elevado de diferentes formas. Há até quem declare sentir falta do barulho de buzinas e motores nos horários em que permanece fechado (à noite, domingos e feriados).

Em uma referência clara, o filme é quase um Edifício Master (de Eduardo Coutinho) sobre muitos edifícios, fazendo verdadeira arqueologia da memória paulistana. “O trabalho do Eduardo Coutinho sempre nos inspirou. Quisemos revelar quem são os moradores que ‘têm janela para o Elevado’, que eles abrissem as portas de casa para nós e contassem como aprenderam a viver e a se afeiçoar a ele”, explica Sodré.

Elevado 3.5 está em exibição exclusiva no Espaço Unibanco de Cinema, na Rua Augusta, 1.475.

Fontes: Estadão e UOL.




Postou Laila Guilherme – Cinema Brasil

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Policiais brasileiros estão envolvidos em execuções

Philip Alston, relator da ONU (foto: AP)

O relator das Nações Unidas sobre execuções extrajudiciais, Philip Alston, elogiou os esforços de governos e administrações estaduais brasileiras, particularmente Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco, por terem prendido policiais envolvidos em crimes, após intensas e prolongadas investigações sobre esquadrões da morte.

No relatório 2010, que analisa o período de 2003 a 2009, divulgado esta semana, Alston diz que alguns policiais atuam em esquadrões da morte e pequenas milícias, e se fazem passar por “justiceiros” ou “mercenários”, muitas vezes permanecendo impunes - apesar dos esforços ressaltados na mesma pesquisa.

De acordo com o estudo de Alston, algumas mortes creditadas a tais agentes seriam acobertadas ou justificadas pela “autodefesa”. Em seu relato, conclui que assassinatos e violência causados por facções criminosas, milícias, esquadrões da morte e policiais são parte integrante do cotidiano de muitos brasileiros, inclusive durante operações mal planejadas, principalmente em favelas.



Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra.

A visão de Oliver Stone sobre a América do Sul

Foto: Fox News

O novo filme de Oliver Stone, o documentário Ao Sul da Fronteira, tem o objetivo de mostrar aos norte-americanos quem são os seus vizinhos – segundo definição do próprio diretor. Polêmico, Stone fez grandes sucessos, incluindo Platoon, Alexandre, JFK, Wall Street e Nascido em 4 de Julho, entre muitos outros.

Sua visita ao Brasil para lançar o filme teve de tudo: atraso no voo e falta de visto – que o impediu de cumprir a agenda programada para segunda-feira, em São Paulo. Resultado: ele deixou o público esperando na Faap, chegou no fim da sessão para convidados, conversou rapidamente, jantou e se recolheu ao hotel, para prosseguir com a agenda do dia seguinte, quando se encontraria com Dilma Rousseff em Brasília.

Terça, foi lançar o filme em Cochabamba, na Bolívia. Quarta, esteve em Buenos Aires, onde recebeu da presidente Cristina Kirchner uma camisa da seleção. Os contratempos ocorreram apesar de Stone ter feito o tour de promoção de seu documentário pela América do Sul a bordo de um jato privado.

Opiniões - “Corajoso, intrigante”, segundo a revista Time Out (Londres); “...excitante jornada de Oliver Stone através das reformas políticas da América do Sul”, segundo The Observer; “... Agradável, com rompantes instantâneos dos presidentes da Venezuela, Bolívia e Argentina, contrastando com a maneira que esses governos de esquerda frequentemente são retratados pela política norte-americana e pelos veículos de mídia”, segundo o Los Angeles Times.

Essas são algumas observações sobre Ao Sul da Fronteira, em que saiu do gênero “ficção sobre fatos reais” para fazer um documentário em que ele próprio aparece. Para alguns, chega a ser panfletário, e demonstra espantosa simpatia e condescendência para com governos de esquerda radical, como os de Evo Morales (Bolívia), Hugo Chávez (Venezuela) e Raul Castro (Cuba), herdeiro do governo Fidel.

Mais uma vez, usa sua habilidade para criar empatia com os personagens. A “fronteira” do título refere-se aos Estados Unidos, que na visão de Stone parecem ser o grande vilão imperialista, mas uma fronteira que países da América do Sul vêm tentando romper a cada dia. Stone questiona se Chávez é de fato uma força antiamericana, como a mídia o faz parecer. A dúvida é do cineasta, mas as respostas são dadas por Evo, Cristina Kirchner, Fernando Lugo (Paraguai), Rafael Correa (Equador) e até pelo presidente Lula. “Cada um deles foi extremamente positivo com relação a Chávez”, explica Oliver Stone.

Resta conferir pra saber as respostas a essa dúvida.



Fontes: CBN e Agência Estado


Postou Laila Guilherme - Cinema Brasil

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Livro ‘Chefs contra a Fome’ tem receitas brasileiras

Muitas receitas típicas latino-americanas são feitas com os mais diversos tipos de milho

Lançado com apoio das Nações Unidas, Chefs contra a Fome visa unir todos os setores na luta contra a desnutrição. Especialistas em culinária de vários países, como Brasil, México e Panamá, foram escolhidos para fazer parte da terceira edição do livro de receitas internacionais.

O milho recebeu destaque como principal ingrediente do cardápio latino-americano. Cerca de 150 receitas foram enviadas por chefs internacionais, cozinheiros, escritores e empreendedores, que têm como objetivo fazer a divulgação de informações úteis para os menos favorecidos.

Os pré-requisitos para a escolha das receitas incluíam relevância alimentar, importância cultural, praticidade na elaboração, originalidade e descrição apropriada de todo o processo de preparo.

Algumas receitas brasileiras são bastante típicas e incluem broa de milho salgada e bolo de farinha de milho.


Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra

São Vito – a maior festa italiana de rua coberta do Brasil


Desde o dia 22 de maio, as ruas do Brás estão recebendo visitantes para a maior e mais tradicional festa da comunidade italiana de São Paulo. Para a 92ª Festa de São Vito, a Rua Polignano a Mare fica tomada nos finais de semana pela culinária e cultura típicas daquela região da Itália.

A festa de rua de São Vito Mártir – iniciativa dos descendentes dos primeiros imigrantes de Polignano a Mare que desembarcaram em São Paulo – é importante ícone no calendário de festividades da cidade.

Na mais familiar e tradicional das festas italianas da cidade, a rua fica totalmente coberta, para maior comodidade dos visitantes, que podem passear pelas barracas ou entrar na cantina, sem se preocupar com alterações climáticas.

O acesso às quase 40 barracas instaladas ao longo da rua, cada uma com um tipo diferente de prato, é totalmente gratuito. Para aqueles que buscam mais conforto, a cantina tem capacidade para 400 pessoas – que devem fazer reserva prévia – e visão privilegiada do palco, onde ocorrem shows de música italiana.

Os organizadores prometem um detalhe a especial para o ano de Copa do Mundo: a apresentação do evento contará com a ilustre presença do sósia oficial do Rei Pelé, Nicanor Ribeiro, que, durante os intervalos dos shows, sorteará brindes aos visitantes.

A edição 2010 da festa – que aguarda 10 mil pessoas por fim de semana, incluindo caravanas de outras cidades – conta com sistema de segurança particular, além do apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo e estacionamento oficial com capacidade para 200 veículos.

Toda a renda obtida durante as festividades será empregada na manutenção da Paróquia São Vito, bem como em importantes obras sociais.

Quando: sábados, das 17 horas à meia-noite; domingos, das 17 às 23 horas. ATÉ 4 DE JULHO.

Local: Rua Polignano Al Mare – Brás (na rua da Paróquia São Vito, próxima à Rua do Gasômetro)

Preços da cantina VIP: R$ 35 (sábados) e R$ 25 (domingos), com direito a jantar típico e bebida (refrigerante). Reservas pelo telefone (11) 3228-8114.


Postou Laila Guilherme - Cinema Brasil

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Ferreira Gullar vence Prêmio Camões

Foto: Eder Chiodetto

O poeta e dramaturgo brasileiro Ferreira Gullar recebeu das mãos da ministra portuguesa da Cultura, Gabriela Canavilhas, o maior prêmio concedido a autores da língua portuguesa, o Prêmio Camões.

José Ribamar Ferreira, conhecido como Ferreira Gullar, nasceu em 1930, em São Luís do Maranhão, e tem seus trabalhos publicados desde 1949. Sua obra inclui poesia, ensaios, crônicas, contos e peças teatrais.

Ferreira Gullar, cuja obra de maior peso e reconhecimento internacional é “Poema Sujo” – escrito em 1975 e lançado no mercado literário no ano seguinte –, é o nono brasileiro a ganhar o prêmio literário. Ele foi exilado em 1971, durante a ditadura militar (1964-1985), após ser aconselhado por um grupo de amigos por causa do risco de ser preso.

Durante seis anos o escritor morou em Moscou (Rússia), Santiago (Chile) e também teve passagem por Buenos Aires (Argentina). Ainda nesse período, Ferreira Gullar fez colaborações ao semanário “O Pasquim”, sob o pseudônimo de Frederico Marques.

Na área teatral, o autor ganhou vários prêmios, como o Molière e o Saci. Em 2002, foi indicado para o prêmio Nobel de Literatura. Em 2009, a Revista Época colocou Ferreira Gullar na lista dos cem brasileiros de maior reconhecimento internacional.

O Prêmio Camões foi criado em 1989, pelos governos do Brasil e Portugal. A finalidade é premiar escritores cujas obras promoveram projeção e reconhecimento da língua portuguesa em nível global. Mais de 230 milhões de pessoas falam o português no mundo.

Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra.

terça-feira, 1 de junho de 2010

‘Craques do Cartum na Copa’, no CCBB


Dunga, por Fernandes (divulgação)

Maurício de Souza, Henfil, Ziraldo e Paulo e Chico Caruso são cinco dos onze nomes escolhidos para fazer parte da mostra Craques do Cartum na Copa, que abriu hoje no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo (abre dia 7, no Rio).

A mostra exibe peças de cartum, charge e caricatura, todas com o tema o futebol e sua influência da cultura nacional. A curadoria é de José Alberto Lovetro, presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil.

Os desenhos são afixados em painéis expostos à frente de um plotter, com efeito gráfico de torcida nas arquibancadas de um estádio. O som ambiente tem reações de torcidas de futebol. Cada autor tem uma pequena biografia junto aos desenhos.

Workshop – Um workshop sobre como utilizar o humor gráfico e quadrinhos em sala de aula será realizado pelo cartunista e jornalista José Alberto Lovetro. Em São Paulo, será dia 12 de junho, das 10h30 às 13h30. Só pode participar quem tiver mais de 16 anos.

Onde: CCBB São Paulo – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – Telefone: (11) 3113-3651.
Quando: de terça a domingo, das 10 às 20 horas – De 1 a 18 de junho.

Onde: CCBB Rio de Janeiro – Rua Primeiro de Março, 66 - Centro – Telefone: (21) 3808-2020
Quando: de terça a domingo, das 10 às 21 horas – De 7 de junho a 11 de julho

ENTRADA FRANCA


Postou Laila Guilherme - Cinema Brasil

Escritora holandesa destaca o Rio de Janeiro em seu novo romance

A escritora Aliefka Bijlsma, nascida em Curaçao, escolheu a ‘cidade maravilhosa’ para ser o palco de sua mais recente trama, “Mede Namens Mijn Vrouw” (em português, significa “Também em Nome de Minha Mulher”).

O enredo gira em torno do protagonista, o cônsul-geral da Holanda no Rio de Janeiro, e de sua esposa. De um lado, o romance mostra o cônsul, um homem narcisista e orgulhoso, do tipo que se dedicou exclusivamente à carreira, negando suas origens e preferindo morar no exterior durante toda a vida.

Nas entrelinhas da trama, aparece uma jovem fotógrafa que acaba conhecendo o cônsul em uma viagem que faz ao Brasil para entrevistar Maurício de Nassau, que estava de passagem pelo país. Eles se apaixonam, se casam e a história começa a pegar fogo.

O romance atinge o ápice quando trata da demissão do cônsul em razão de uma gafe cometida durante seus últimos dias no cargo. Ao mesmo tempo que o cônsul vive uma tragédia pessoal, sua mulher adquire uma doença crônica, que a leva ao desespero de procurar inúmeras religiões, curandeiros e médiuns, deixando que sua vida entre num transe surreal, difícil de ser transposto por uma holandesa como pouca experiência no assunto.

Pesquisa in loco - A autora procura tratar de questões sociais, conflitos raciais e de classes, sem se esquecer de contar o drama pessoal vivido por um homem do alto escalão do governo holandês, que fica desorientado profissional e emocionalmente após perder seu status de cônsul.

Aliefka conta que, para escrever o livro, foram necessários sete meses de pesquisa no Brasil. Durante esse período, a escritora tomou um banho de imersão na cultura brasileira. Ela teve a oportunidade de ir a favelas, conhecer as subculturas espirituais e também ir a locais mais requintados, frequentados pelas elites cariocas, como galerias de artes e concertos musicais.

A escritora diz que gosta muito do Brasil. Para ela, tudo é novo em termos socioculturais e econômicos. “O Brasil sempre me fascinou com seu charme e energia excitantes. Mas também tem seu lado triste, de miséria e criminalidade”, relata.

A autora de “Mede Namens Mijn Vrouw” deseja ao Brasil tudo de bom e não descarta a possibilidade de escrever um segundo romance, em que o país teria destaque, sob diversos enfoques.

Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra

1º de junho – aniversário de BIBI FERREIRA

Bibi Ferreira - Divulgação

Hoje, dia 1º de junho, festejamos o aniversário de um dos ícones do Teatro Brasileiro, Bibi Ferreira.

Talento e inteligência não têm idade. Sua versatilidade continua conquistando plateias de todas as gerações.

“O que eu gosto muito num palco
é que eu estou inatingível.
Quando estou num palco ninguém me toca.
É um momento só meu.
Um momento em que não vou ser interrompida.
É um momento de criação.
Da comunhão.
É muito bonita esta comunhão palco plateia.
É o momento em que, através de vocês,
eu me encontro com Deus.”            (Bibi Ferreira)



Postou David Leroy – Telenovela Brasil

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Seleção exorciza fantasmas antes da estreia na Copa

Ricardo Nogueira/Folhapress
Está chegando a hora da estreia e a seleção brasileira segue firme, treinando para exorcizar os fantasmas da desconfiança da torcida e da mídia. Luís Fabiano quase em forma é esperança de gols no ataque, mas Kaká, embora a comissão técnica o garanta “inteiro” até o início da jornada canarinho, tenho as minhas dúvidas se irá render o que sabe.

O otimismo é muito grande entre os comandantes brasileiros, trabalho árduo e disciplinado no estilo Dunga, mas a unanimidade deixou de existir quando nossos craques conheceram a tal de “Jabulani”. O que é isso? É a bola da Copa, o nome estranho significa “Trazendo alegria para todos”, mas não parece ser a opinião do goleiro Júlio César, o camisa número 1 e titular da posição. “Parece bola de supermercado, é horrível”, disparou Júlio. Luís Fabiano foi além: “Essa bola é sobrenatural”, atestou o atacante brasileiro.

A bola oficial da Copa do Mundo foi desenvolvida pela Adidas para ter apenas oito gomos, unidos termicamente. Essa tecnologia permite formato perfeitamente cilíndrico que promete melhor aderência, e uma trajetória segura dos chutes. A temível bola da Copa da África do Sul coleciona desafetos de outras seleções como Espanha, Chile e Itália. Enquanto a discussão gira em torno da bola, até agora a principal estrela do mundial, é preciso lembrar que, para ser campeão, qualquer bola tem de entrar para o fundo das redes. Que seja logo na estreia do nosso time no dia 15 de junho, contra a Coreia do Norte.



Postou Ricardo Monzillo – Esporte Brasil

Grafias Urbanas


Hoje, dia 31, é o lançamento do livro Grafias Urbanas, que reúne talentosos nomes da literatura brasileira contemporânea, como Fernando Bonassi, Ferréz, Marcelino Freire, Veronica Stiger e a escritora e jornalista Simone Paulino, a mais nova colaboradora da Rádio Brasil MPB.
O evento começa às 20h, no Centro cultural B_arco — Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 426 (Pinheiros). Informações pelo tel.: (11) 3081-6986.
Postado por Gabriel Perissé - Palavras e Origens

Dia Mundial Sem Tabaco tem campanha de proteção a mulheres e adolescentes

A Organização Mundial da Saúde (OMS) comemora nesta segunda-feira, dia 31 de maio, o Dia Mundial Sem Tabaco, com uma campanha direcionada à proteção de mulheres adultas e adolescentes.

O tema da campanha antitabagismo visa conscientizar as mulheres de todo o mundo sobre os males causados pelo fumo, e evitar que a indústria marqueteira do tabaco continue a associar o cigarro a conceitos errôneos de independência, sucesso, beleza e poder.

O uso do tabaco não é sinônimo de ascensão social nem tampouco de glamour. O fumo é uma das drogas mais difíceis de ser combatidas, uma vez que, por ser aceita legalmente, torna a pessoa viciada facilmente e pode levar à morte.

Uma pesquisa da OMS divulgou que mais de 5 milhões de pessoas morrem todos os anos, vítimas das consequências do fumo. Desse total, 1,5 milhão é de mulheres. Em quase metade dos 151 países pesquisados, entre eles Brasil, Chile e Colômbia, foi descoberto que as garotas adolescentes fumam na mesma proporção que os rapazes da mesma idade. Adolescentes estão muito mais vulneráveis a ficar dependentes da droga porque começam a fumar enquanto ainda estão na fase de crescimento.

Se nenhuma medida drástica for tomada para reverter a situação, a previsão é de que mais de 8 milhões de pessoas venham a morrer por causa do cigarro até 2030. O objetivo da campanha é evitar que mais mulheres caiam nas garras do vício enganoso de fumar. Ao mesmo tempo, a ideia é atingir o público masculino de fumantes, e conscientizá-lo, pelo menos, a fumar longe de mulheres, crianças e adolescentes, tanto em casa quanto no trabalho.



Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra.

domingo, 30 de maio de 2010

MPB4 no Sesc Santana

Junho está chegando, e com ele as atrações do Sesc São Paulo – de excelente qualidade e a preços acessíveis. No segundo fim de semana do mês haverá show com o MPB4 que, ao contrário do início da carreira, quando se apresentava em todos os circuitos alternativos e universitários, tem feito poucos shows populares.



Magro, Dalmo, Miltinho e Aquiles (que no vídeo do Canal Brasil cantam ‘Roda Viva’ , com participação do autor, Chico Buarque) agora têm nome e sobrenome: Magro Waghabi, (diretor musical, arranjador, voz, teclado e percussão); Dalmo Medeiros (voz e percussão), que há alguns anos substitui Ruy (agora Ruy Faria); Milton Santos Filho (voz e violão) e Aquiles Rique Reis (voz e percussão).

No repertório, antigos e novos sucessos gravados nos DVDs ‘MPB4 40 Anos’ e ‘Toquinho e MPB4 – 40 Anos de Música’, além de uma prévia de inéditas que estarão num CD de Boleros.

Onde: Sesc Santana
Quando: sábado (12), às 21 horas; e domingo (13), às 19h30.
Quanto: R$ 5 a R$ 20

Mais informações no Portal Sesc.

Postou Laila Guilherme - Cinema Brasil

Biodiversidade e desenvolvimento sustentável são tarefas de todos

Borboleta monarca laranja

A biodiversidade e o desenvolvimento sustentável caminham lado a lado e podem ser uma tarefa de todos. Um depende do outro e não existiriam sem auxílio mútuo. Assim como é o caso do ovo e da galinha. Biodiversidade cria desenvolvimento sustentável e vice-versa. Apesar de ouvirmos falar muito sobre essas duas palavras, o que realmente significam?

A pergunta gera a ideia de pensar muito habilidosamente no que vamos plantar. Quanto maior a variedade de plantas que resolvermos cultivar no nosso jardim, maior será a biodiversidade de vida, não só acima do solo como também abaixo dele.

O Brasil é responsável por 15% a 20% de toda a vida animal e vegetal do planeta. Que tal começarmos a plantar o que comemos no quintal? E, se quisermos ser agricultores conscientes, precisamos cuidar do meio ambiente, escolhendo o que cultivamos, observando como as plantas interagem com as outras espécies que estão ao seu redor. Também necessitamos ter um olho apurado para medir as condições do solo e ficar com os olhos bem abertos ao painel geral do jardim e à interatividade das espécies.

Todas as plantas se comportam de maneira única e especial, tanto acima como abaixo do solo. Para nos tornarmos bons agricultores, precisamos nutrir a diversidade das espécies em uma plantação para ajudar em seu desenvolvimento sustentável.

Vamos usar como exemplo a urtiga, que habita locais abandonados no jardim ou à beiras de estradas. Após a retirada da planta, o que fica para trás é bem interessante: um solo fértil, fofo (esfarelando) e de coloração escura. A urtiga cria esse processo para se ajudar e ajudar ao meio ambiente, além de gerar gás nitrogênio, que fornece ao solo para o seu enriquecimento. A urtiga também é o habitat natural das borboletas-pavão.

Sustentabilidade e diversidade estão diretamente ligadas à segurança das espécies. Quanto mais variado for o sistema de plantio, mais seguro e fortalecido ele crescerá. Aqui vão cinco dicas para promover a biodiversidade no jardim de sua casa:

1. Verifique a origem e família de tudo o que está plantando;

2. Deixe espaço para a natureza se incumbir de fazer o processo de plantio, ou seja, deixe que algumas plantas silvestres cresçam nas beiradas do jardim;

3. Sempre inclua na plantação espécies de origem local;

4. Inclua plantas leguminosas para aproveitar o nitrogênio que elas produzem;

5. Seja criativo, econômico e ecológico: utilize adubo natural para reciclar os nutrientes ao redor da plantação e, assim, ter um jardim que pode não ser da Babilônia, mas será sustentável e rico em biodiversidade.



Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra.

sábado, 29 de maio de 2010

Grandes Encontros, com Diogo Nogueira e Paula Lima


Fotos: divulgação
A nova geração do samba promete agitar o público paulistano neste domingo. O projeto Grandes Encontros traz o carioca Diogo Nogueira – que herdou do pai, João Nogueira, o talento de cantor e compositor – e a paulistana Paula Lima.

Antes de seguir em turnê pela Europa, no segundo semestre, Diogo apresenta o repertório de seu segundo CD, “Tô fazendo a minha parte” (2009), composto por músicas inéditas, de sua autoria e de nomes consagrados como Chico Buarque, Ivan Lins, Arlindo Cruz e Almir Guineto.

Paula Lima, representante do “Samba Chic” de São Paulo, tem alternado seus shows com apresentações como protagonista do musical “Cats”, que enfim chegou ao Brasil e no qual tem feito bastante sucesso.

Onde: Praça de Eventos do Shopping Anália Franco – Avenida Regente Feijó, 1.739 – Tatuapé
Informações: (11) 4003-4133
Quando: domingo (30), às 12h30
Entrada franca (colaboração sugerida: 1 kg de alimento não perecível)



Postou Laila Guilherme - Cinema Brasil

BID empresta US$ 150 milhões para turismo sustentável no Ceará


Dunas de Jericoacoara - Ceará será o primeiro beneficiado de projeto do BID
O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) destinará uma verba de R$ 150 milhões para o projeto de melhoria da infraestrutura hoteleira, além de modernização na área de construção civil no Estado do Ceará. A iniciativa é do Plano de Desenvolvimento do Turismo Nacional, do Ministério do Turismo brasileiro.

A ideia é apoiar estados e municípios com alto potencial turístico, como é o caso do Ceará, no nordeste brasileiro, onde o projeto deve atrair a iniciativa privada e gerar oportunidades de emprego em 34 municípios. O principal diferencial é que os recursos naturais sejam utilizados de maneira sustentável, baseada no planejamento participativo criterioso e em análises ambientais estratégicas.

O BID é a principal organização multilateral que endossa o desenvolvimento sustentável do turismo na América Latina e no Caribe.



Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra.

Gianni Ratto ganha um Instituto com seu nome

Foto do Acervo do Instituto Gianni Ratto
Para os apreciadores de artes cênicas, a região de Perdizes já abriga o Instituto Gianni Ratto, com um acervo de 3.800 itens, entre desenhos, cenários, figurinos e uma biblioteca com 3 mil volumes. Ícone dos palcos, o italiano Gianni Ratto (1916-2005) chegou em São Paulo em 1954 para cenografar e dirigir o espetáculo de inauguração do Teatro Maria Della Costa - “O canto da cotovia”, de Jean Anouilh. Antes, em sua terra natal, foi um dos fundadores do Piccolo Teatro de Milão e trabalhou como cenógrafo e vice-diretor artístico do Teatro Alla Scala de Milão. Tornou-se um dos cenógrafos mais respeitados da Europa, e colaborou ativamente para o pensamento artístico de seu tempo. No Brasil, trabalhou brevemente no TBC (Teatro Brasileiro de Comédia) e organizou um departamento de teatro para o MAP. Mais informações pelo http://gianniratto.org.br  e pelo telefone (11) 3871-2914.


Postado por Cristina Braga - Teatro Brasil

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Elifas Andreato – As Cores da Resistência

Foto: divulgação
O brilhante trabalho realizado pelo artista plástico paranaense Elifas Andreato durante a ditadura militar – especialmente capas de discos, cartazes de eventos e peças teatrais – está na mostra “Elifas Andreato – As cores da resistência”, com mais de cem peças.

Enquanto muitos se calaram, Andreato, com seus pincéis e cores, resistiu bravamente. Daí o local escolhido para a exibição ser o Memorial da Resistência, instalado na Estação Pinacoteca, num espaço que já foi presídio político.

A mostra evidencia a importância da arte de Andreato como instrumento de resistência política. Entre os trabalhos do período estão: o cartaz para a peça “Mortos Sem Sepultura”, de Jean Paul-Sartre, e a capa do disco “Nervos de Aço”, de Paulinho da Viola, além de edições de jornais e revistas conhecidos pela oposição ao regime militar, como Jornal Momento, Opinião, Movimento, EX e Argumento.

Local: Memorial da Resistência – Largo General Osório, 66 – Luz (Próximo à Estação Luz do Metrô e da CPTM) – Telefones: (11) 3335-4996 / 4990
Horários: De terça a domingo, das 10 às 17h30.
Preço: Gratuito. (R$ 6, com direito a visita às exposições da Estação Pinacoteca - gratuito aos sábados).



Postou Laila Guilherme - Cinema Brasil

METAS EDUCACIONAIS


Durante um ano e meio milhares de pessoas de todos os estados brasileiros participaram dos preparativos da Conferência Nacional de Educação (Conae 2010), que se realizou entre os dias 28 de março e 1º de abril, em Brasília-DF.

Esperava-se, no entanto, o documento final, reunindo e sistematizando as deliberações aprovadas. Inúmeras questões estão contempladas neste documento: a universalização da educação básica, a ampliação da oferta e melhoria da qualidade de cursos profissionalizantes, a democratização do acesso à educação superior, o reconhecimento e respeito à diversidade, a valorização dos profissionais da educação pública e privada, etc.

Há no texto agora divulgado várias indicações para superarmos o atraso educacional do país. Importante frisar que boa parte do espírito que anima esse documento deve-se à atuação do atual ministro da Educação, Fernando Haddad. O próximo passo, com base na Conae, é aprovar o novo Plano Nacional de Educação (PNE), que definirá metas e estratégias educacionais até o ano de 2020.


Postou Gabriel Perissé - Palavras e Origens