Os jogadores da seleção brasileira e o técnico Dunga são retratados pelo artista plástico Roberto Camasmie e pelo cartunista Leandro Spett, na exposição Nossas Feras em Campo com a Arte, em cartaz até o dia final da Copa do Mundo, em julho.
Os craques não convocados, como Alexandre Pato, Neymar e Ronaldinho Gaúcho, também merecem destaque, e seus retratos podem ser vistos num espaço no fundo da galeria.
Para retratar a seleção com mais fidelidade, foi montada uma vitrine com uma instalação com o layout de um campo de futebol de botão, onde os quadros estão expostos nas posições oficiais de cada jogador.
Quando: de 12/6 a 1/7 – de segunda a sexta, das 9 às 18h30; sábados, das 10h30 às 14 horas.
Recebemos a agradável visita de Dani Lasalvia, que nos trouxe experiência cultural e presença musical, e que presença!
Dani nos acompanhou num modesto café caseiro, nos brindando com seu canto e suas histórias de artista e de luta pela preservação e valorização da cultura brasileira.
Para descrevê-la melhor, tomamos aqui emprestadas as palavras do jornalista Mauro Dias:
Dani Lasalvia é desses seres privilegiados que respiram música e enxergam música em cada coisa - nas pedras , nos rios, nos muitos caminhos que levam a todos os lugares. Faz música caipira ou rural? Pode parecer caipira, pode ser chamada de rural, mas seria melhor abandonar a definição. A obra de Daniela provém das preocupações do tempo novo que surgiu com a contracultura, nos anos 60, combinada ao profundo amor pelas vozes dos índios, negros e brancos de diversas origens que desenharam o perfil das gentes que definiram o Brasil por dentro, do mato para o mar, tudo isso aliado à grande sofisticação melódica e poética, envolto de cores e em nome da alegria de estar no mundo .
Mauro Dias - Crítico do jornal "O Estado de São Paulo"
Dani Lasalvia é cantora, compositora e violonista.
Madregaia, seu álbum de estréia é composto por dois CDs que apresentam diferentes facetas musicais, primando por um repertório eclético que vai da MPB, passando por blues, fados e outros estilos, com influência regional; resultado de sua parceria com o multi-instrumentista, cantador e arranjador mineiro Dércio Marques, que assina a direção musical, junto com Dani.
Dani se apresenta hoje, dia 12 de junho, no Shopping Vilarejo do Pinhal.
O Centro Cultural Barbican será o destino de muitos brasileiros e britânicos interessados pelo cinema brasileiro. A 4ª. edição do Festival de Cinema Brasileiro vai acontecer de 25 de junho a 3 de julho, em Londres. Trata-se de uma iniciativa da Embaixada do Brasil e da pesquisadora de cinema Adriana Rouanet, filha do criador da lei Rouanet, que incentiva a aplicação de recursos de empresas e pessoas físicas em projetos culturais, em troca de abatimento do imposto de renda.
Adriana Rouanet, curadora do festival, dedicou 15 anos à pesquisa sobre cinema brasileiro. Ela conta que o tema do festival deste ano – Música e Ritmo – tenta fugir dos estereótipos mais comuns, como a violência nas grandes cidades ou a pobreza num contexto paradisíaco. A ideia é oferecer ao público um conhecimento mais apurado da cultura brasileira, por meio de seus cantores mais significativos.
Para o diretor de filmes Miguel Faria Jr., o domínio que os Estados Unidos exercem sob a indústria cinematográfica continua a prejudicar a projeção do cinema brasileiro ao nível das grandes massas. Seu último trabalho, Vinicius, uma biografia do boêmio compositor e poeta Vinicius de Moraes, é uma das pérolas do festival.
O Festival de Cinema Brasileiro também traz ao público a vida e o trabalho de outros grandes ícones da música brasileira, como Wilson Simonal e o ex-mutante Arnaldo Baptista. Um dos destaques vai para o jovem diretor, Fernando Andrade, que estreia sua carreira abrindo o evento com o filme Coração Vagabundo, idealizado após o tour mundial do álbum em inglês de Caetano Veloso.
O festival promete ser eclético em termos musicais. Para reforçar a programação e o tema deste ano, o filme Besouro capta com bom humor o ritmo único da capoeira na Bahia.
Destaques:
Dia 25 de junho, às 19h30, Os Desafinados vai abrir o festival, trazendo a formação do movimento da Bossa Nova na década de 60 e sua repercussão no mundo.
Dia 26 de junho, às 18h30, Besouro vai contar a trajetória da capoeira e seus famosos personagens.
Dia 27 de junho, às 15h45, Simonal vai retratar a história trágica da ascensão e queda do famoso cantor Wilson Simonal.
Dia 3 de julho, às 16h00, Coração Vagabundo explora a vida do cantor e compositor Caetano Veloso, por meio de uma viagem emocionante pelas suas músicas. Além do documentário, o público presente será presenteado com a presença do cantor, que foi escolhido para fazer o encerramento do festival. Aproveitem essa oportunidade!
Evento: Cinema Brasileiro: Música e Ritmo
Dias: de 25 de junho a 3 de julho. Local: Barbican Centre. Endereço: Silk Street, Londres – EC2Y 8DS
Um mestre de cerimônias recruta os voluntários da plateia (sempre respeitando os que não querem participar) e os conduz aos bastidores do teatro – ao mundo do Teatrokê – para serem “brifados” sobre o personagem e preparados cenicamente. O participante tem à sua disposição adereços, figurinos de diversos tamanhos e todos os recursos necessários para auxiliá-lo na interpretação. Atores-faladores ficam em uma cabine acústica especial e passam, pelo ponto eletrônico, as instruções e o texto para o voluntário; eles conhecem os textos e ensaiaram os papéis. Estão, portanto, aptos a transmitir as falas na cadência adequada e dramaticamente preparada para o fácil entendimento do receptor. O público-receptor que sobe ao palco tem um nome especial: é o Outrokê!
Como o público reagirá é a grande incógnita; esta é a variável que fará de cada apresentação uma aventura. “É também aí que reside uma pesquisa maior do trabalho: o público e suas reações. O que fazer para aprimorar o resultado e melhor amparar o público?”, diz o criador e diretor, Ricardo Karman.
A ideia é tão simples que pode ser facilmente banalizada, mas Karman rebate: “O Teatrokê não é tão simples quanto parece. O falador tem que entrar em sintonia com o seu avatar, o seu outrokê que está no palco. Uma relação de confiança tem que se estabelecer entre eles. É mais do que uma simples transmissão de palavras. É fundamental que o ator-falador transmita ao seu receptor informações não verbais como intenções e emoções, por exemplo. É só pensarmos nos anos de ouro da Era do Rádio e suas novelas extraordinárias: quanta emoção era transmitida aos nossos ouvidos! O Teatrokê orbita esse mundo da transmissão e recepção oral. É aqui que reside uma parte importante dessa experiência artística: na íntima mimese do falador pelo receptor”.
A encenação do Teatrokê tem como pano de fundo a exaltação ao teatro – uma metalinguagem em que o teatro fala do próprio teatro. “Queremos que o público se divirta e conheça o mundo do teatro. Queremos que ele aproveite ao máximo a sua experiência cênica de forma que, além do desafio da atuação, ele também entenda os bastidores da montagem de uma peça teatral e aumente o seu interesse pelo teatro de uma maneira geral”, finaliza Karman.
A banalização da ideia é tão possível quanto seu aprofundamento teórico. Mas uma coisa não deixa dúvida: é uma experiência inédita, interessante e pra lá de divertida!
Espetáculo: Teatrokê®
Direção: Ricardo Karman
Textos inéditos: Marcelo Rubens Paiva, Samir Yazbek, Mario Bortolotto e Ricardo Karman
Textos adaptados: Shakespeare, Karl Valentin e Henrik Ibsen e outros
Elenco fixo: Yunes Chami, Mário De La Rosa, Vivian Bertocco, Gustavo Vaz, Xande Mello
Cenografia e adereços: Otavio Donasci
Figurinos: Joana Porto
Iluminação e sonoplastia: Kompanhia do Centro da Terra
Assistente de direção: Bernardo Galegale
Assistente de figurino: Helena Ramos
Produção: Rachel Brumana
Duração: 75 min.
Gênero: comédia
Capacidade: 100 lugares
Classificação etária: 14 anos
Local: Teatro do Centro da Terra – Rua Piracuama, 19 – Sumaré – São Paulo (11) 3675-1595 Horário: toda terça-feira, às 21 horas – até 31/8 Ingressos: R$ 10 (meia-entrada: R$ 5)
Cinema é uma linguagem tão completa que tem tudo a ver com outras artes e atividades, a exemplo do que ocorre com a música e a moda, que têm mostras programadas pela Prefeitura de São Paulo.
O ÁUDIO NO VISUAL
Neste sábado, o pianista e maestro Laércio de Freitas fará ao vivo a trilha sonora de um histórico filme nacional mudo, Braza Dormida – como se escrevia na época.
O filme é uma das primeiras produções brasileiras da centenária arte cinematográfica. Foi dirigido por Humberto Mauro em 1928, e tem no elenco Nita Ney, Luiz Soroa, Máximo Serrano. Conta a história do jovem Luís Soares, que é mandado para o Rio de Janeiro pelo pai industrial para estudar. Na cidade grande, consegue emprego como gerente de uma usina no interior e se apaixona pela filha do proprietário. Teve livre refilmagem por Djalma Limongi Batista, que homenageou Humberto Mauro na comédia Brasa Adormecida (1987),, trazendo no elenco Edson Celulari e Maitê Proença.
Laércio de Freitas também é ator, e ganhou o Kikito no Festival de Gramado pela trilha sonora do curta-metragem Amassa que elas gostam.
A apresentação faz parte do evento gratuito O ÁUDIO NO VISUAL – Uma breve história do som no cinema, que tem curadoria de Célio Franceschet, Evaldo Piccino e Lívio Tragtemberg.
Quando: sábado (12), às 19 horas. Onde: Biblioteca Temática em Cinema Roberto Santos – Rua Cisplatina 505 – Ipiranga – São Paulo – SP – Telefone: (11) 2273-2390
CINEMA DE MODA NA GALERIA OLIDO
Clube da Luta (1999) é inusitado filme incluído na mostra
A Galeria Central, em parceria com o Cine Olido, realiza a 2ª edição da mostra Cinema de Moda, evento paralelo à exposição Roupa de Domingo na Arte Popular. Dezesseis curadores convidados, entre estilistas, críticos de moda, colunistas e outros profissionais de moda ou de cinema definiram os filmes que estão sendo exibidos desde o dia 8. Complementando as exibições dos filmes, há bate-papos com curadores convidados. Todas as projeções têm suporte em DVD.
Apoio: SPFW – São Paulo Fashion Week, Secretaria Municipal de Cultura, Revistas Trip e TPM, Rádio Jovem Pan, Associação Viva O Centro e Consulado Geral da França.
Onde: Galeria Olido – Cine Olido – Avenida São João, 473 – Centro – São Paulo – Telefones: (11) 3331-8399 / 3397-0171. Quando: diversos horários, até o dia 16. Quanto: R$ 1
Confira a programação completa no site da Galeria Olido.
O ator Marcos Plonka gravou na semana passada o primeiro Programa Telenovela Brasil.
Apresentado por David Leroy, o programa tem por tema a história das telenovelas brasileiras e de seus protagonistas. Neste caso, chamamos de protagonistas todos aqueles que com sua arte e talento fizeram parte desta história, dando identidade nacional ao gênero, fazendo com que as novelas brasileiras atravessassem fronteiras.
Marcos Plonka, com mais de 50 anos de carreira, participou de várias novelas entre as quais O Direito de Nascer, Antônio Maria, Nino, O Italianinho e João Brasileiro, O Bom Bahiano.
Como dublador, Marcos Plonka emprestou a sua voz para para três dos principais atores de filmes de terror: Vincent Price, Bela Lugosi e Boris Karloff.
Ator de grande presença também no gênero humorístico, Marcos Plonka interpretou personagens marcantes em programas como Balança Mas Não Cai, Os Trapalhões, Chico Anysio Show, Chico City e Escolinha do Professor Raimundo. Neste último, o seu personagem Samuel Blaustein, deixou bordões que são repetidos até hoje por todo o país, como “Fazemos qualquer negócio”.
Marcos Plonka, neste vídeo, fala sobre o seu papel na novela Nino, O Italianinho (1969).
O Programa Telenovela Brasil faz parte da grade da Rádio Brasil MPB, e esta entrevista, em breve, poderá ser ouvida na íntegra dentro da nossa programação.
A Inglaterra vai vestir a camisa verde e amarela e levar um banho de cultura brasileira no Dia do Brasil, programado para o dia 31 de julho, na Peninsular Square, em Londres. Existem mais de 350 mil brasileiros no Reino Unido. Desse total, cerca de 6 mil residem em Londres. O maior evento brasileiro na Europa deve reunir centenas de milhares de pessoas.
O festival vai promover a cultura brasileira por meio da divulgação de música, dança, culinária, bebidas e turismo. Entre os grupos que farão parte do Dia do Brasil, o destaque vai para o grupo Fundo de Quintal e a London School of Samba.
Evento: Brazilian Day London.
Local: Peninsular Square, em Londres.
Dia e horário: sábado, 31 de julho, das 10 às 21 horas.
A entrada é franca.
Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra.
A multinacional IBM anunciou esta semana que vai investir mais em pesquisas tecnológicas. Para viabilizar o projeto, a empresa vai abrir um laboratório de pesquisas no Brasil, que será a primeira instalação de estudos da IBM em 12 anos.
Técnicos de laboratório da empresa em São Paulo e Rio de Janeiro já receberam sinal verde para começar a colocar em prática a parte operacional da iniciativa, trabalhando em suas sedes de origem. A localização do novo centro ainda não foi determinada.
O objetivo inicial é centrar esforços em inovações tecnológicas que serão utilizadas durante eventos esportivos brasileiros, incluindo a Copa do Mundo em 2014, e os Jogos Olímpicos em 2016, a serem sediados no país.
Para o diretor de pesquisas da IBM, John Kelly, a abundância de recursos naturais no Brasil, unida à excelência em mão de obra especializada na área técnica, faz do país a localização ideal para a realização de pesquisas de base. O projeto também visa à utilização de novas tecnologias para solucionar graves problemas enfrentados atualmente pelo setor.
Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra
O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) fez parceria com o Departamento Global de Meio Ambiente e duplicou sua participação em projetos sobre meio ambiente, biodiversidade, conservação do solo e águas internacionais.
O montante de US$ 70 milhões para a América Latina e o Caribe será financiado por meio de subsídios oferecidos pelas duas organizações envolvidas no projeto. Atualmente, o BID viabiliza e executa projetos ligados à área ambiental no continente.
A demanda em prol da criação de projetos ambientais e da promoção do desenvolvimento sustentável aumentou muito durante toda a década passada, em razão da expansão das atividades econômicas dos países latino-americanos e Caribe. O turismo, o agronegócio e o transporte se destacaram como as áreas que impulsionaram o processo de desenvolvimento da região.
Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra
Nesta quarta tem Três do Língua - Laert Sarrumor, Cacá Lima e Sérgio Gama, integrantes do Língua de Trapo - no Café Paon. Confira:
Depois de dois amistosos em solo africano, o primeiro na vitória diante da fraca seleção de Zimbábue por 3 a 0 na semana passada e, hoje, contra a fraquíssima equipe da Tanzânia por 5 a 1, o time canarinho se prepara para o jogo de estreia contra a Coreia do Norte no próximo dia 15, às 15h30. Enquanto Júlio César se recupera totalmente de uma contusão nas costas, o time de Dunga vai ganhando confiança para não decepcionar os mais de “190 milhões de técnicos brasileiros”, que ainda olham torto para alguns atletas do esquadrão verde e amarelo.
O jogo de hoje valeu mesmo para aprimorar o condicionamento físico e técnico de alguns jogadores como Kaká, Juan e Nilmar, que testou uma formação mais veloz (com Ramires e Daniel Alves), utilizada no segundo tempo do amistoso, e que poderá servir de opção para alguns momentos na Copa do Mundo. Agora é torcer, porque “acabou a brincadeira” e o primeiro teste é pra valer, porque se o time brasileiro não começar com o pé direito, as opiniões contra Dunga mudarão – e muito – após o apito final do juiz.
TANZÂNIA 1 X 5 BRASIL
Data: 7/6/2010, segunda-feira
Horário: 12 horas (horário de Brasília)
Local: Estádio Nacional, em Dar es Salaam (Tanzânia)
Árbitro: Mohammed Sseggonga (Uganda)
Auxiliares: Desire Gahungu (Burundi) e Felicien Kabanda (Ruanda)
Cartões amarelos: Felipe Melo (BRA), Kelvin (TAN)
Gols: Robinho, aos 10 minutos e aos 33 minutos do primeiro tempo; Ramires, aos 7 minutos e aos 47 minutos do segundo tempo; Kaká, aos 30 minutos; Aziz, aos 41 minutos do segundo tempo.
Brasil – Gomes; Maicon, Lúcio (Luisão), Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto Silva (Josué), Felipe Melo (Ramires), Elano (Daniel Alves) e Kaká; Robinho e Luís Fabiano (Nilmar)
O espetáculo Cidade Submersa é parte integrante do projeto Desassossego – Suas outras memórias, contemplado pelo edital de Residência Artística Obras em Construção, do Espaço Cultural da Casa das Caldeiras, durante 2009 e 2010.
Nesta peça, dois velhos tentam reencontrar seu lugar numa cidade transfigurada pela necessidade do progresso, costurando diversas cenas que contêm depoimentos e histórias da metrópole.
Cidade Submersa – FICHA TÉCNICA:
Concepção: Companhia Impulso Coletivo
Direção: Jorge Peloso
Elenco: Jorge Peloso e Marília Amorim
Dramaturgia: Dorberto Carvalho e grupo
Concepção e colaboração musical: Verlúcia Nogueira
Direção de arte: Vivianne Kiritani e grupo
Comunicação e registro: Alícia Peres
Operação de luz: Marcelo Heleno
Local: Casa das Caldeiras – Av. Francisco Matarazzo, 2.000 – Barra Funda
Dias e horários: 7, 13 e 14 de junho – Domingo, às 20h30; segundas, às 20 horas
O Banco Mundial vai emprestar US$ 495 milhões – o equivalente a R$ 900 milhões – para o Projeto de Melhoria e Desempenho Operacional e Financeiro das Empresas de Distribuição da Eletrobrás.
O objetivo é a melhoria da qualidade de serviço e desempenho operacional das seis empresas da Eletrobrás que são responsáveis pela distribuição de energia no Norte e Nordeste do Brasil. O projeto vai beneficiar mais de 3 milhões de pessoas em 118 municípios dos estados de Alagoas, Roraima, Piauí, Acre e Amazonas.
A falta de acesso seguro aos serviços de eletricidade é uma das principais causas da falta de oportunidades de emprego e problemas com relação ao desenvolvimento sustentável da região. A necessidade de apoio federal das companhias brasileiras deve-se à localização remota das áreas em questão e à predominância de consumidores de baixa renda.
Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra.
Maior retrospectiva do cineasta no Brasil traz exposição, mostra de filmes e série de debates
Diretor e roteirista é o novo homenageado do projeto do Itaú Cultural
Popular e sofisticado. Esse é o cinema proposto por Rogério Sganzerla. Com curadoria de Joel Pizzini, a próxima “Ocupação” – série do Itaú Cultural – homenageia o artista e reforça essa ideia sobre sua obra. Com a exposição, o público é convidado a adentrar uma sala-tela-caixa que revira os mistérios e o frescor criativo do cineasta.
Os visitantes conferem vasta mostra de filmes do diretor e roteirista – cujo filme mais conhecido é O Bandido da Luz Vermelha (1968) – e produções de outros realizadores que dialogam com sua obra. Além disso, críticos e especialistas do calibre de Ismail Xavier, Roberto Turigliatto, Hernani Heffner, Bill Krohn, Catherine Benamou, Samuel Paiva e Antonio Urano participam de um ciclo de debates.
A Ocupação Rogério Sganzerla abre na quarta, 9 de junho, e fica em cartaz na sede do Itaú Cultural, em São Paulo, até 18 de julho.
Exposição: terça a sexta, das 9 às 20 horas; sábado, domingo e feriado, das 11 às 20 horas
Mostra de filmes: de 9 a 19 de junho, em vários horários
Ciclo de debates: quarta (9), quinta (10) e sexta (18), em vários horários
ENTRADA FRANCA (ingressos distribuídos com meia hora de antecedência)
Local: Itaú Cultural – Avenida Paulista, 149 – próximo à estação Brigadeiro do metrô
Informações: (11) 2168-1777 ou pelo e-mail atendimento@itaucultural.org.br / twitter.com/itaucultural
Confira a programação completa no site do Itaú Cultural.
5 de junho é o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data foi criada em 1972 pela Organização das Nações Unidas (ONU), marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano.
Este ano o tema é “Muitas espécies. Um planeta. Um futuro”, que reflete o apelo em prol da conservação da diversidade de vida no mundo.
Milhões de espécies dividem o mesmo espaco com milhões de pessoas, e o recado é para uma ação em conjunto, que promova um futuro mais próspero e seguro para todos.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, lembrou que milhares de espécies estão desaparecendo no ritmo mais rápido já registrado em toda a história. Ressaltou, ainda, que é preciso parar com a extinção em massa e aumentar a sensibilização sobre a importância vital das espécies.
Para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, todos podemos contribuir com pequenas ações individuais ou coletivas para deter a extinção de espécies. Atividades de conservação já provaram ser efetivas contra o desaparecimento de espécies e restauraram habitats naturais vitais no mundo. Algumas delas estão sugeridas no site do WWF, uma das entidades não governamentais mais respeitadas do segmento.
De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 69 espécies de mamíferos, 20 de répteis e 16 de anfíbios sofrem ameaça de extinção no Brasil.
A atividade humana desenfreada em busca de desenvolvimento é responsável por colocar em ameaça de extinção um total de 17.291 espécies, desde plantas e insetos pouco conhecidos, até as mais populares aves e mamíferos.
Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra.
Em tempos de mais uma proposta de demolição do polêmico Elevado Costa e Silva – o popular “Minhocão” – e no Dia Mundial do Meio Ambiente, nada melhor do que mencionar a estreia do documentário Elevado 3.5. Vencedor do festival É Tudo Verdade 2007, só agora chega ao cinema.
Em 1969, o Elevado era anunciado pelo então prefeito da capital paulista, Paulo Maluf, como “A nova solução de sistema rodoviário da cidade”. Há um mês, o atual prefeito, Gilberto Kassab, decretou sua demolição em no máximo 15 anos. Esta não foi a primeira ideia, já que a construção é acusada de ter contribuído em grande parte para a deterioração da região central da cidade, e dos antigos bairros elegantes de Campos Elísios e Santa Cecília, e há décadas tem recebido projetos alternativos a ele.
Todos os dias, milhares de automóveis circulam por seus 3,5 quilômetros, no “monumento” que privilegia o transporte individual, tendo aliviado o trânsito e se transformado na principal ligação entre as zonas oeste e leste.
Visto de cima, o Minhocão parece embrenhar-se pela chamada Selva de Pedra. Visto de baixo, parece exibir as entranhas de um bicho urbano caótico e desumano. E visto da janela de quem sabe que o caos urbano passa literalmente em frente? São essas as visões que o documentário Elevado 3.5 revela.
Cenário de filmes e comerciais – Não é a primeira vez que o Elevado é cenário de filmes e comerciais, mas com certeza é a primeira vez que é retratado como personagem principal. A equipe de diretores e produtores não só filmou ali, como também o usou para exibir o filme no último domingo. Uma estrutura com tela, 500 cadeiras, sistema de som e projetor de cinema foi montada no viaduto. A surpresa foi que surgiram 2 mil espectadores. Transeuntes subiram o Elevado e moradores dos prédios vizinhos pararam para ver o filme, munidos até mesmo de tigelas de pipoca.
Nenhum dos diretores do filme – Maíra Bühler, João Sodré, Paulo Pastorelo – é cineasta de formação. Ela é antropóloga. Eles, arquitetos. “Nosso histórico contribuiu para que a filmagem fosse calcada em uma pesquisa muito bem embasada. Além de termos convivido com o local – tínhamos um escritório na Santa Cecília –, nosso olhar se voltou sempre para o fator humano, e não somente para o caráter arquitetônico da questão”, comenta Sodré.
O fator humano deu cara a esse mal controversamente necessário. Pessoas “comuns” de várias origens e moradores de prédios vizinhos ganham voz e rosto em Elevado 3.5. Pessoas que dividem seu dia a dia e humanizam o Elevado de diferentes formas. Há até quem declare sentir falta do barulho de buzinas e motores nos horários em que permanece fechado (à noite, domingos e feriados).
Em uma referência clara, o filme é quase um Edifício Master (de Eduardo Coutinho) sobre muitos edifícios, fazendo verdadeira arqueologia da memória paulistana. “O trabalho do Eduardo Coutinho sempre nos inspirou. Quisemos revelar quem são os moradores que ‘têm janela para o Elevado’, que eles abrissem as portas de casa para nós e contassem como aprenderam a viver e a se afeiçoar a ele”, explica Sodré.
Elevado 3.5 está em exibição exclusiva no Espaço Unibanco de Cinema, na Rua Augusta, 1.475.
O relator das Nações Unidas sobre execuções extrajudiciais, Philip Alston, elogiou os esforços de governos e administrações estaduais brasileiras, particularmente Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco, por terem prendido policiais envolvidos em crimes, após intensas e prolongadas investigações sobre esquadrões da morte.
No relatório 2010, que analisa o período de 2003 a 2009, divulgado esta semana, Alston diz que alguns policiais atuam em esquadrões da morte e pequenas milícias, e se fazem passar por “justiceiros” ou “mercenários”, muitas vezes permanecendo impunes - apesar dos esforços ressaltados na mesma pesquisa.
De acordo com o estudo de Alston, algumas mortes creditadas a tais agentes seriam acobertadas ou justificadas pela “autodefesa”. Em seu relato, conclui que assassinatos e violência causados por facções criminosas, milícias, esquadrões da morte e policiais são parte integrante do cotidiano de muitos brasileiros, inclusive durante operações mal planejadas, principalmente em favelas.
Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra.
O novo filme de Oliver Stone, o documentário Ao Sul da Fronteira, tem o objetivo de mostrar aos norte-americanos quem são os seus vizinhos – segundo definição do próprio diretor. Polêmico, Stone fez grandes sucessos, incluindo Platoon, Alexandre, JFK, Wall Street e Nascido em 4 de Julho, entre muitos outros.
Sua visita ao Brasil para lançar o filme teve de tudo: atraso no voo e falta de visto – que o impediu de cumprir a agenda programada para segunda-feira, em São Paulo. Resultado: ele deixou o público esperando na Faap, chegou no fim da sessão para convidados, conversou rapidamente, jantou e se recolheu ao hotel, para prosseguir com a agenda do dia seguinte, quando se encontraria com Dilma Rousseff em Brasília.
Terça, foi lançar o filme em Cochabamba, na Bolívia. Quarta, esteve em Buenos Aires, onde recebeu da presidente Cristina Kirchner uma camisa da seleção. Os contratempos ocorreram apesar de Stone ter feito o tour de promoção de seu documentário pela América do Sul a bordo de um jato privado.
Opiniões - “Corajoso, intrigante”, segundo a revista Time Out (Londres); “...excitante jornada de Oliver Stone através das reformas políticas da América do Sul”, segundo The Observer; “... Agradável, com rompantes instantâneos dos presidentes da Venezuela, Bolívia e Argentina, contrastando com a maneira que esses governos de esquerda frequentemente são retratados pela política norte-americana e pelos veículos de mídia”, segundo o Los Angeles Times.
Essas são algumas observações sobre Ao Sul da Fronteira, em que saiu do gênero “ficção sobre fatos reais” para fazer um documentário em que ele próprio aparece. Para alguns, chega a ser panfletário, e demonstra espantosa simpatia e condescendência para com governos de esquerda radical, como os de Evo Morales (Bolívia), Hugo Chávez (Venezuela) e Raul Castro (Cuba), herdeiro do governo Fidel.
Mais uma vez, usa sua habilidade para criar empatia com os personagens. A “fronteira” do título refere-se aos Estados Unidos, que na visão de Stone parecem ser o grande vilão imperialista, mas uma fronteira que países da América do Sul vêm tentando romper a cada dia. Stone questiona se Chávez é de fato uma força antiamericana, como a mídia o faz parecer. A dúvida é do cineasta, mas as respostas são dadas por Evo, Cristina Kirchner, Fernando Lugo (Paraguai), Rafael Correa (Equador) e até pelo presidente Lula. “Cada um deles foi extremamente positivo com relação a Chávez”, explica Oliver Stone.
Resta conferir pra saber as respostas a essa dúvida.
Muitas receitas típicas latino-americanas são feitas com os mais diversos tipos de milho
Lançado com apoio das Nações Unidas, Chefs contra a Fome visa unir todos os setores na luta contra a desnutrição. Especialistas em culinária de vários países, como Brasil, México e Panamá, foram escolhidos para fazer parte da terceira edição do livro de receitas internacionais.
O milho recebeu destaque como principal ingrediente do cardápio latino-americano. Cerca de 150 receitas foram enviadas por chefs internacionais, cozinheiros, escritores e empreendedores, que têm como objetivo fazer a divulgação de informações úteis para os menos favorecidos.
Os pré-requisitos para a escolha das receitas incluíam relevância alimentar, importância cultural, praticidade na elaboração, originalidade e descrição apropriada de todo o processo de preparo.
Algumas receitas brasileiras são bastante típicas e incluem broa de milho salgada e bolo de farinha de milho.
Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra
Desde o dia 22 de maio, as ruas do Brás estão recebendo visitantes para a maior e mais tradicional festa da comunidade italiana de São Paulo. Para a 92ª Festa de São Vito, a Rua Polignano a Mare fica tomada nos finais de semana pela culinária e cultura típicas daquela região da Itália.
A festa de rua de São Vito Mártir – iniciativa dos descendentes dos primeiros imigrantes de Polignano a Mare que desembarcaram em São Paulo – é importante ícone no calendário de festividades da cidade.
Na mais familiar e tradicional das festas italianas da cidade, a rua fica totalmente coberta, para maior comodidade dos visitantes, que podem passear pelas barracas ou entrar na cantina, sem se preocupar com alterações climáticas.
O acesso às quase 40 barracas instaladas ao longo da rua, cada uma com um tipo diferente de prato, é totalmente gratuito. Para aqueles que buscam mais conforto, a cantina tem capacidade para 400 pessoas – que devem fazer reserva prévia – e visão privilegiada do palco, onde ocorrem shows de música italiana.
Os organizadores prometem um detalhe a especial para o ano de Copa do Mundo: a apresentação do evento contará com a ilustre presença do sósia oficial do Rei Pelé, Nicanor Ribeiro, que, durante os intervalos dos shows, sorteará brindes aos visitantes.
A edição 2010 da festa – que aguarda 10 mil pessoas por fim de semana, incluindo caravanas de outras cidades – conta com sistema de segurança particular, além do apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo e estacionamento oficial com capacidade para 200 veículos.
Toda a renda obtida durante as festividades será empregada na manutenção da Paróquia São Vito, bem como em importantes obras sociais.
Quando: sábados, das 17 horas à meia-noite; domingos, das 17 às 23 horas. ATÉ 4 DE JULHO.
Local: Rua Polignano Al Mare – Brás (na rua da Paróquia São Vito, próxima à Rua do Gasômetro)
Preços da cantina VIP: R$ 35 (sábados) e R$ 25 (domingos), com direito a jantar típico e bebida (refrigerante). Reservas pelo telefone (11) 3228-8114.
O poeta e dramaturgo brasileiro Ferreira Gullar recebeu das mãos da ministra portuguesa da Cultura, Gabriela Canavilhas, o maior prêmio concedido a autores da língua portuguesa, o Prêmio Camões.
José Ribamar Ferreira, conhecido como Ferreira Gullar, nasceu em 1930, em São Luís do Maranhão, e tem seus trabalhos publicados desde 1949. Sua obra inclui poesia, ensaios, crônicas, contos e peças teatrais.
Ferreira Gullar, cuja obra de maior peso e reconhecimento internacional é “Poema Sujo” – escrito em 1975 e lançado no mercado literário no ano seguinte –, é o nono brasileiro a ganhar o prêmio literário. Ele foi exilado em 1971, durante a ditadura militar (1964-1985), após ser aconselhado por um grupo de amigos por causa do risco de ser preso.
Durante seis anos o escritor morou em Moscou (Rússia), Santiago (Chile) e também teve passagem por Buenos Aires (Argentina). Ainda nesse período, Ferreira Gullar fez colaborações ao semanário “O Pasquim”, sob o pseudônimo de Frederico Marques.
Na área teatral, o autor ganhou vários prêmios, como o Molière e o Saci. Em 2002, foi indicado para o prêmio Nobel de Literatura. Em 2009, a Revista Época colocou Ferreira Gullar na lista dos cem brasileiros de maior reconhecimento internacional.
O Prêmio Camões foi criado em 1989, pelos governos do Brasil e Portugal. A finalidade é premiar escritores cujas obras promoveram projeção e reconhecimento da língua portuguesa em nível global. Mais de 230 milhões de pessoas falam o português no mundo.
Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra.
Maurício de Souza, Henfil, Ziraldo e Paulo e Chico Caruso são cinco dos onze nomes escolhidos para fazer parte da mostra Craques do Cartum na Copa, que abriu hoje no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo (abre dia 7, no Rio).
A mostra exibe peças de cartum, charge e caricatura, todas com o tema o futebol e sua influência da cultura nacional. A curadoria é de José Alberto Lovetro, presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil.
Os desenhos são afixados em painéis expostos à frente de um plotter, com efeito gráfico de torcida nas arquibancadas de um estádio. O som ambiente tem reações de torcidas de futebol. Cada autor tem uma pequena biografia junto aos desenhos.
Workshop – Um workshop sobre como utilizar o humor gráfico e quadrinhos em sala de aula será realizado pelo cartunista e jornalista José Alberto Lovetro. Em São Paulo, será dia 12 de junho, das 10h30 às 13h30. Só pode participar quem tiver mais de 16 anos.
Onde: CCBB São Paulo – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – Telefone: (11) 3113-3651. Quando: de terça a domingo, das 10 às 20 horas – De 1 a 18 de junho.
Onde: CCBB Rio de Janeiro – Rua Primeiro de Março, 66 - Centro – Telefone: (21) 3808-2020 Quando: de terça a domingo, das 10 às 21 horas – De 7 de junho a 11 de julho
A escritora Aliefka Bijlsma, nascida em Curaçao, escolheu a ‘cidade maravilhosa’ para ser o palco de sua mais recente trama, “Mede Namens Mijn Vrouw” (em português, significa “Também em Nome de Minha Mulher”).
O enredo gira em torno do protagonista, o cônsul-geral da Holanda no Rio de Janeiro, e de sua esposa. De um lado, o romance mostra o cônsul, um homem narcisista e orgulhoso, do tipo que se dedicou exclusivamente à carreira, negando suas origens e preferindo morar no exterior durante toda a vida.
Nas entrelinhas da trama, aparece uma jovem fotógrafa que acaba conhecendo o cônsul em uma viagem que faz ao Brasil para entrevistar Maurício de Nassau, que estava de passagem pelo país. Eles se apaixonam, se casam e a história começa a pegar fogo.
O romance atinge o ápice quando trata da demissão do cônsul em razão de uma gafe cometida durante seus últimos dias no cargo. Ao mesmo tempo que o cônsul vive uma tragédia pessoal, sua mulher adquire uma doença crônica, que a leva ao desespero de procurar inúmeras religiões, curandeiros e médiuns, deixando que sua vida entre num transe surreal, difícil de ser transposto por uma holandesa como pouca experiência no assunto.
Pesquisa in loco - A autora procura tratar de questões sociais, conflitos raciais e de classes, sem se esquecer de contar o drama pessoal vivido por um homem do alto escalão do governo holandês, que fica desorientado profissional e emocionalmente após perder seu status de cônsul.
Aliefka conta que, para escrever o livro, foram necessários sete meses de pesquisa no Brasil. Durante esse período, a escritora tomou um banho de imersão na cultura brasileira. Ela teve a oportunidade de ir a favelas, conhecer as subculturas espirituais e também ir a locais mais requintados, frequentados pelas elites cariocas, como galerias de artes e concertos musicais.
A escritora diz que gosta muito do Brasil. Para ela, tudo é novo em termos socioculturais e econômicos. “O Brasil sempre me fascinou com seu charme e energia excitantes. Mas também tem seu lado triste, de miséria e criminalidade”, relata.
A autora de “Mede Namens Mijn Vrouw” deseja ao Brasil tudo de bom e não descarta a possibilidade de escrever um segundo romance, em que o país teria destaque, sob diversos enfoques.
Postou Cibele Riccomini – Correspondente Internacional – Inglaterra
Ouça aqui o boletim especial da nossa correspondente internacional na Inglaterra, Cibele Riccomini, sobre a escolha do COI para o Rio de Janeiro sediar as Olimpíadas de 2016.