O vídeo da apresentação do grupo vocal esloveno
Perpetuum Jazzile, cantando
Aquarela do Brasil, tem percorrido várias caixas de e-mails brasileiros. E de forma alguma poderia ficar fora da nossa seleção de Versões Estrangeiras. Embora a música esteja cantada em português bem cantado, e bem gingado, a versão ganha o charme do sotaque, pouquíssimo, que escapa, apesar da extrema competência e dedicação dos cantores.
Nas demais canções brasileiras interpretadas pelo grupo, que também estão no YouTube, o sotaque está bastante presente, e se revela no acento aberto que acaba substituindo o anasalado de determinadas vogais (pronúncia quase impossível para vários povos de outras línguas).
A homenagem que este grupo, de um país tão distante e de idioma tão diferente, presta aos nossos compositores, executando suas músicas com tanta responsabilidade e graça, nos dá orgulho. O esforço do grupo, em busca da pronúncia correta de cada palavra a ser cantada, nos chama ainda mais a atenção para a beleza dos versos das canções, que tantas vezes ouvimos de modo desatento.
Sucesso no YouTube, Perpetuum Jazzile é formado por aproximadamente 50 vozes e apresenta um repertório internacional bastante variado, jazziztíco em sua essência, passando pela MPB, Gospel, Funk, Pop, etc.
O grupo foi criado por Marko Tiran em 1983. Tomaž Kozlevčar, produtor musical, arranjador e vocalista, assina a direção artística.
Em Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, há uma participação do BR6, grupo vocal brasileiro, formado por 6 músicos, todos arranjadores, cinco vozes masculinas e uma feminina.
São eles:
André Protasio (barítono), regente, arranjador, diretor musical, guitarrista e professor de arranjo;
Crismarie Hackenberg (mezzo-soprano),
regente, arranjadora, professora de piano e canto e preparadora vocal;
Deco Fiori (tenor), diretor de gravação, arranjador, professor de canto e preparador vocal;
Marcelo Caldi (tenor), pianista, acordeonista, arranjador, compositor e professor de harmonia;
Naife Simões (percussionista vocal), percussionista, cantor e professor de percussão e
Simô (baixo), violonista, arranjador, compositor e professor de violão.
Postado por
Ana Lasevicius - Versão Estrangeira
Dir. de Comunicação