A entrevista na íntegra será reprisada, amanhã, segunda-feira, ao meio-dia.
domingo, 29 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Brasília 50 anos – Meio século da capital do Brasil
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| Palácio do Itamaraty |
Com estreia marcada para 17 de setembro, em Madri (Espanha), Brasília 50 anos estará também em Lisboa (Portugal). Além disso, a maquete itinerante de Brasília, que integra a exposição, seguirá para Milão (Itália).
Brasília 50 anos é uma realização da Artetude Cultural e tem a curadoria de Danielle Rocha Athayde, que cursou Gestão Cultural, Patrimônio, Turismo e Natureza no Instituto de Investigação José Ortega y Gasset, em Madri, e apresentou o projeto da exposição como tese de mestrado. Depois de ter o trabalho aprovado com honra, Danielle levou uma proposta ao Ministério da Habitação de Madri, que resolveu apoiar o projeto que se concretiza a partir de setembro. A exposição foi incluída, pela ministra da Habitação da Espanha, Beatriz Corredor, no calendário das comemorações do Bicentenário da Independência das Repúblicas Latino-Americanas.
A exposição começa com uma linha do tempo, que tem como marco inicial o ano de 1753, quando surgiu a ideia de levar a capital do Brasil para o interior do País, e vai até a atualidade. Depois seguem seis blocos temáticos, que mostram toda a riqueza da cidade e sua história. O evento também apresenta um ciclo de cinema sobre a cidade.
Ao final da exposição, o visitante encontrará um lounge-livraria com mais de 50 livros e catálogos sobre Brasília, todos disponíveis para leitura no local. Em todo o espaço expositivo o público encontrará áreas multimídias com muita tecnologia e interação.
O público terá acesso gratuito em todos os locais por onde passará Brasília 50 anos – Meio século da capital do Brasil, que estima ser vista por 300 mil pessoas.
Ficha técnica:
Coordenação geral e curadoria – Danielle Rocha Athayde
Gerência do projeto – Robson Bento Outeiro
Autor da maquete itinerante – Antonio José Pereira de Oliveira
Fotografias “Brasília Monumento Histórico”- Fabio Colombini
Fotografias aéreas – João Facó
Projeções “Quatro visões do Planalto Central do Brasil” – Ronaldo Duque
Projeto cenográfico – Fernando Sapuppo
Design gráfico – Bernardo Duque
Trilha sonora – Pablo Duque
Apoio institucional: Embaixadas do Brasil em Madri e em Portugal, Ministério das Relações Exteriores no Brasil, ETIC, Instituto Cervantes de Brasília, Fundação Athos Bulcão, Instituto Moreira Salles, Casa de Lúcio Costa e Fundação Burle Marx.
Serviço:
Brasília 50 anos – Meio século da capital do Brasil
Madri – Espanha
Data: 17 de setembro a 7 de novembro
Local: Arquería de Nuevos Ministérios
Lisboa – Portugal
Data: 14 de dezembro de 2010 a 12 de janeiro de 2011
Local: Espaço Atmosferas na Escola Técnica de Imagem e Comunicação (Etic)
Milão – Itália
Exposição da maquete itinerante de Brasília
SE Palmeiras comemora 96 anos de existência
Um dos clubes mais tradicionais de São Paulo e do Brasil, que alcançou muitas glórias e títulos, o Palmeiras comemorou ontem, 26 de agosto, 96 anos de vida. O alviverde foi considerado o “Campeão do século XX”, devido a suas conquistas no século passado.
Uma das maiores paixões do torcedor palmeirense é a sua história. Quem a conhece sabe bem a razão e o motivo de tanto orgulho. Ela é rica, bela, cheia de lutas, glórias, conquistas e inúmeros ídolos que passaram pela academia como Oberdan Cattani, Mazzola, Julinho, Valdemar Carabina, Djalma Santos, Vavá, Luis Pereira, Leivinha, Dudu, Ademir da Guia, Leão, Mazinho, entre outros craques que vestiram a camisa alviverde. O goleiro Marcos hoje é o ídolo atual do Palestra, com mais de 500 jogos pelo time e reverenciado pela torcida verde que protege as três traves do verdão.
Conquista como a do campeonato organizado pela FIFA em 1951, no Brasil, quando o Palmeiras se consagra campeão mundial de futebol, com o título tendo imensa repercussão internacional, exatamente um ano depois de perdermos a Copa para o Uruguai.
O palco era o mesmo. Só que dessa vez o dia seria de festa. O Maracanã assistia ao Palmeiras empatar em 2 a 2 com a Juventus de Turim. Era só o que precisávamos: um empate, já que havíamos vencido o primeiro jogo. Nessa partida, nossos jogadores traziam a bandeira de nosso país bordada em suas camisas. Mais de cem mil torcedores no estádio gritavam “Brasil” ao final da peleja. Sim, o Palmeiras era Brasil.
História que ainda nos reserva fatos como o emblemático ano de 1942, quando uma lei nos obriga a mudar de nome; o advento das duas Academias de Futebol nos anos 60 e 70; a grandeza de Ademir da Guia, um dos maiores jogadores de todos os tempos; e o Palmeiras da Era Parmalat, que nos presenteou com a Libertadores em 1999, entre tantos outros títulos, e nos fez reconhecidos em todo o mundo como exemplo de um futebol bem planejado. Parabéns, SE Palmeiras, mais de 15 milhões de apaixonados palmeirenses têm um caso de amor com essa camisa gloriosa.
Postou Ricardo Monzillo – Esporte Brasil
Uma das maiores paixões do torcedor palmeirense é a sua história. Quem a conhece sabe bem a razão e o motivo de tanto orgulho. Ela é rica, bela, cheia de lutas, glórias, conquistas e inúmeros ídolos que passaram pela academia como Oberdan Cattani, Mazzola, Julinho, Valdemar Carabina, Djalma Santos, Vavá, Luis Pereira, Leivinha, Dudu, Ademir da Guia, Leão, Mazinho, entre outros craques que vestiram a camisa alviverde. O goleiro Marcos hoje é o ídolo atual do Palestra, com mais de 500 jogos pelo time e reverenciado pela torcida verde que protege as três traves do verdão.
Conquista como a do campeonato organizado pela FIFA em 1951, no Brasil, quando o Palmeiras se consagra campeão mundial de futebol, com o título tendo imensa repercussão internacional, exatamente um ano depois de perdermos a Copa para o Uruguai.
O palco era o mesmo. Só que dessa vez o dia seria de festa. O Maracanã assistia ao Palmeiras empatar em 2 a 2 com a Juventus de Turim. Era só o que precisávamos: um empate, já que havíamos vencido o primeiro jogo. Nessa partida, nossos jogadores traziam a bandeira de nosso país bordada em suas camisas. Mais de cem mil torcedores no estádio gritavam “Brasil” ao final da peleja. Sim, o Palmeiras era Brasil.
História que ainda nos reserva fatos como o emblemático ano de 1942, quando uma lei nos obriga a mudar de nome; o advento das duas Academias de Futebol nos anos 60 e 70; a grandeza de Ademir da Guia, um dos maiores jogadores de todos os tempos; e o Palmeiras da Era Parmalat, que nos presenteou com a Libertadores em 1999, entre tantos outros títulos, e nos fez reconhecidos em todo o mundo como exemplo de um futebol bem planejado. Parabéns, SE Palmeiras, mais de 15 milhões de apaixonados palmeirenses têm um caso de amor com essa camisa gloriosa.
Postou Ricardo Monzillo – Esporte Brasil
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SE Palmeiras comemora 96 anos de existência
Sylvia Telles 27/08/1934
Vídeo - apresentação de Sylvia Telles na Alemanha
A cantora e compositora Sylvia Telles nasceu no dia 27 de agosto de 1934, hoje estaria completando 76 anos.
Segundo João Máximo, em matéria assinada no jornal "O Globo", "Sylvinha foi uma das melhores intérpretes da moderna música brasileira, entendendo-se como tal a que vai de 'Ponto final', com Dick Farney, e 'Amargura', com Lúcio Alves, até as canções que Tom e Vinicius fizeram depois de 'Orfeu da Conceição'".
"Uma cantora que representa como nenhuma outra a passagem do samba-canção romântico dos anos 50 para a bossa nova dos 60, sem que isso lhe mudasse o timbre suave, morno, ou estilo sincero, envolvente, nem um pouco cool."
Sylvia Telles era irmã do compositor Mário Telles e é mãe da cantora Cláudia Telles.
Sylvia Telles era irmã do compositor Mário Telles e é mãe da cantora Cláudia Telles.
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Sylvia Telles show Bossa Nova na Alemanha
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
PISCINA (SEM ÁGUA)
A peça Piscina (sem água) conta a história de uma artista plástica bem-sucedida que convida os amigos – todos artistas alternativos – para uma festa em sua nova mansão. No auge da celebração, ela sofre um acidente, entra em coma e desperta em seus convidados a ideia de transformar seu corpo em obra de arte. Este é o ponto de partida de “Piscina (sem água)”, de Mark Ravenhill.
“Piscina (sem água)” ganhou primeira montagem em 2006 pelo grupo Frantic Assembly at The Drum, em Plymouth, a sudoeste de Londres. Com uma fluidez hipnótica, o espetáculo questiona os limites da arte, o vazio da sociedade consumista e a fragilidade das relações humanas, corroídas pela inveja e o ressentimento. Calcada em uma narrativa clara e coesa, a peça tem uma estrutura radicalmente livre: não há personagens fixos e as falas podem ser ditas por qualquer um deles.
Mark Ravebhill é um dos mais importantes dramaturgos da cena contemporânea internacional, e suas peças estão sendo montadas em mais de quarenta países.
Serviço:
Peça: “Piscina (sem água)”
Direção e tradução: Felícia Johansson
Elenco: Ester Laccava, Einat Falbel, William Ferreira e William Amaral.
Duração: 75 minutos
Recomendação: 14 anos
Sessões: sábados, às 21h; e domingos, às 18 horas – Até 12 de setembro
Ingresso: R$ 30
Bilheteria: de quarta a sexta, das 14 às 20h; sábados e domingos, das 14h até o início do espetáculo.
Local: Teatro Cultura Inglesa – Rua Deputado Lacerda Franco, 333 Pinheiros – Telefone: (11) 3814-0100
173 lugares, acesso para deficientes físicos, ar-condicionado e estacionamento (R$ 10 o período)
Postou Cristina Braga – Teatro Brasil
“Piscina (sem água)” ganhou primeira montagem em 2006 pelo grupo Frantic Assembly at The Drum, em Plymouth, a sudoeste de Londres. Com uma fluidez hipnótica, o espetáculo questiona os limites da arte, o vazio da sociedade consumista e a fragilidade das relações humanas, corroídas pela inveja e o ressentimento. Calcada em uma narrativa clara e coesa, a peça tem uma estrutura radicalmente livre: não há personagens fixos e as falas podem ser ditas por qualquer um deles.
Mark Ravebhill é um dos mais importantes dramaturgos da cena contemporânea internacional, e suas peças estão sendo montadas em mais de quarenta países.
Serviço:
Peça: “Piscina (sem água)”
Direção e tradução: Felícia Johansson
Elenco: Ester Laccava, Einat Falbel, William Ferreira e William Amaral.
Duração: 75 minutos
Recomendação: 14 anos
Sessões: sábados, às 21h; e domingos, às 18 horas – Até 12 de setembro
Ingresso: R$ 30
Bilheteria: de quarta a sexta, das 14 às 20h; sábados e domingos, das 14h até o início do espetáculo.
Local: Teatro Cultura Inglesa – Rua Deputado Lacerda Franco, 333 Pinheiros – Telefone: (11) 3814-0100
173 lugares, acesso para deficientes físicos, ar-condicionado e estacionamento (R$ 10 o período)
Postou Cristina Braga – Teatro Brasil
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PISCINA (SEM ÁGUA)
VÂNIA BASTOS canta Edu Lobo
Data: sábado, 28 de agosto, às 20 horas
Local: Tenda 2 do SESC Osasco – Av. Sport Club Corinthians Paulista, 1.300 – Jardim das Flores – Telefone: (11) 3184-0900
Não recomendado para menores de 14 anos
Ingressos: R$ 3 a R$ 12
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VÂNIA BASTOS canta Edu Lobo
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Faltam sete dias para o Centenário do Corinthians
Um dos maiores clubes do país e do mundo, o SC Corinthians Paulista completa 100 anos de história no dia 1º de setembro. O segundo time com mais torcida do Brasil – atrás apenas do Flamengo – tem um currículo invejável na sua marcante trajetória dentro do futebol estadual e nacional.
Fundado por cinco operários que nem imaginavam a grandeza do que estavam criando àquele 1º de setembro de 1910, foi decretado que este era o clube do povo. Ao longo dos anos, este mesmo povo se apaixonou e hoje, 99 anos, podemos dizer que aqueles ideais estavam corretos.
O Corinthians passou pela várzea, lutou pelo profissionalismo e se firmou como grande nome na elite paulistana. Encarou uma seca de títulos e mesmo assim recebeu o apelido de Timão, carregado até hoje. Invadiu o Maracanã, conquistou o Brasil e dominou o mundo.
A direção do clube divulgou, nesta segunda-feira, as atrações para o show do centenário do clube, no dia 31 de agosto. A festa, chamada de Show da Virada, será realizada no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, a partir das 19h30 (horário de Brasília).
O evento, gratuito, contará com shows de Exaltasamba, Maria Cecília & Rodolfo, Ronaldo e os Impedidos, Badauí e Japinha do CPM22, Paula Lima, Xis, Rappin Hood, Negra Li, Nuwance e Bateria Unificada das Torcidas.
Acompanhe aqui, a partir do dia 1º, matérias e depoimentos especiais sobre o timão. Até lá.
Postou Ricardo Monzillo – Esporte Brasil
Fundado por cinco operários que nem imaginavam a grandeza do que estavam criando àquele 1º de setembro de 1910, foi decretado que este era o clube do povo. Ao longo dos anos, este mesmo povo se apaixonou e hoje, 99 anos, podemos dizer que aqueles ideais estavam corretos.
O Corinthians passou pela várzea, lutou pelo profissionalismo e se firmou como grande nome na elite paulistana. Encarou uma seca de títulos e mesmo assim recebeu o apelido de Timão, carregado até hoje. Invadiu o Maracanã, conquistou o Brasil e dominou o mundo.
A direção do clube divulgou, nesta segunda-feira, as atrações para o show do centenário do clube, no dia 31 de agosto. A festa, chamada de Show da Virada, será realizada no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, a partir das 19h30 (horário de Brasília).
O evento, gratuito, contará com shows de Exaltasamba, Maria Cecília & Rodolfo, Ronaldo e os Impedidos, Badauí e Japinha do CPM22, Paula Lima, Xis, Rappin Hood, Negra Li, Nuwance e Bateria Unificada das Torcidas.
Acompanhe aqui, a partir do dia 1º, matérias e depoimentos especiais sobre o timão. Até lá.
Postou Ricardo Monzillo – Esporte Brasil
Cultura Popular no Estado de São Paulo
O projeto Outras Viagens, do Sesc Consolação, apresenta uma abordagem sobre as festas tradicionais, a culinária caipira e caiçara, as danças, a oralidade, entre outras manifestações que compõem a Cultura Popular no Estado de São Paulo.
O bate-papo será com Toninho Macedo, doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, educador, diretor artístico e pesquisador da Cultura Brasileira.
Data: quinta-feira, 26 de agosto, às 19h30.
Local: SESC Consolação – Rua Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque – São Paulo – SP – Telefone: (11) 3234-3000
ENTRADA FRANCA – Retirada de ingressos 1h antes.
SOPROS DE VIDA
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Divulgação |
Após temporada de dois meses e meio no Rio de Janeiro, a peça Sopros de Vida ganha espaço no Teatro Vivo, em São Paulo. O texto de David Hare é levado ao tablado pelas atrizes Nathalia Timberg e Rosamaria Murtinho.
Sob direção de Naum Alves de Souza, o drama apresenta um sutil embate entre duas mulheres. Na história, elas se enfrentam por causa do amor do mesmo homem, partilhado por ambas durante mais de 25 anos.
Diferente do comum, a amante (Timberg) é mais velha que a esposa (Murtinho) e até mesmo que o próprio marido. Com tais personagens, o cenário é propício para uma gama de sensações, sentimentos e preconceitos.
Ficha Técnica:
Peça SOPROS DE VIDA
Autor: David Hare
Tradução: Nathalia Timberg e Naum Alves de Souza (diretor)
Assistente de direção: Márcia Ítalo
Elenco: Nathalia Timberg e Rosamaria Murtinho
Cenário: Celina Richers
Figurinos: Beth Filipecki
Trilha sonora: Edgar Duvivier
Operador de som: Thadeu Vivas
Iluminação: Wilson Reiz
Operador de luz: Orlando Brum
Contrarregra: Raoni Leher
Camareira: Ieda Ferreira
Idealização e coordenação geral: Hermes Frederico
Diretor de produção: Humberto Braga
Produção: Frederico & Osório Produções Culturais Ltda.
Produção em São Paulo: Gerardo Franco
Local: Teatro Vivo – Avenida Doutor Chucri Zaidan, 860 – Zona Sul
Sessões: sexta-feira, 21h30; sábado, 21h; domingo, 19h – Até 26 de setembro
Horário da bilheteria: terça a domingo, das 14 às 20h, ou até o início do espetáculo
Informações: (11) 7420-1520 e (11) 2626-0867
Ingressos: R$ 40 (sextas e domingos); R$ 50 (sábados) – Cartões: Visa, Mastercard e Diners
Estacionamento: pago, com manobrista
Postou Cristina Braga – Teatro Brasil
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SOPROS DE VIDA no TEATRO VIVO
Revista O Cruzeiro, abril de1960 - Nos Tempos das Radionovelas
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| Clique para ampliar |
Com o patrocínio da Lever, a novela de Raimundo Lopes era apresentada na Rádio Tupi do Rio de Janeiro, em 1960.
No mesmo anúncio, pode-se ver a quantidade de radionovelas que eram transmitidas pela mesma rádio, em outros horários.
Postou Ana Lasevicius Dir. de Comunicação |
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radionovelas
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Roberto Luna - Memória Brasil
Para os internautas e ouvintes que não puderam acompanhar a entrevista, em áudio, com o cantor Roberto Luna, postamos aqui uma pequena parte em vídeo.
Neste trecho, apresentado no vídeo, Roberto Luna falou sobre os seus primeiros discos, lembrou a época em que foi crooner em boates do Rio e comentou a sua participação no filme O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla, em 1968.
Helena Ignez (viúva de Sganzerla), que recentemente dirigiu com Ícaro Martins o último roteiro de Sangazerla, A Volta do Bandido da Luz vermelha, convidou o cantor para fazer parte do elenco do novo filme.
Roberto Luna também falou de Madame Satã, legendária figura carioca.
O cantor, consagrado na década de 50, gravou boleros, tangos, sambas-canções e as chamadas músicas de dor-de-cotovelo, que se tornaram inesquecíveis em sua voz.
Já fora da entrevista, numa pausa para o café, Roberto Luna cantou, em capela, um trecho de uma resposta ao samba-canção Molambo (1956 - Jayme Tomás Florence (Meira) e Augusto Mesquita).
Neste trecho, apresentado no vídeo, Roberto Luna falou sobre os seus primeiros discos, lembrou a época em que foi crooner em boates do Rio e comentou a sua participação no filme O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla, em 1968.
Helena Ignez (viúva de Sganzerla), que recentemente dirigiu com Ícaro Martins o último roteiro de Sangazerla, A Volta do Bandido da Luz vermelha, convidou o cantor para fazer parte do elenco do novo filme.
Roberto Luna também falou de Madame Satã, legendária figura carioca.
O cantor, consagrado na década de 50, gravou boleros, tangos, sambas-canções e as chamadas músicas de dor-de-cotovelo, que se tornaram inesquecíveis em sua voz.
Já fora da entrevista, numa pausa para o café, Roberto Luna cantou, em capela, um trecho de uma resposta ao samba-canção Molambo (1956 - Jayme Tomás Florence (Meira) e Augusto Mesquita).
Para ver os vídeos de outras entrevistas feitas pela Rádio Brasil MPB, visite o nosso canal no Youtube:
Postou Ana Lasevicius - Dir. de Comunicação
Olha o timão aí!
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| Nelson Almeida/UOL |
O Santos fez a lição de casa ao vencer, na Vila, o Atlético Mineiro por 2 a 0, e afundou o galo que continua na zona de rebaixamento da competição. Neymar de contrato novo e o jovem Danilo marcaram o time santista.
O Palmeiras, que veio embalado após a excelente vitória diante do time baiano no meio de semana por 3 a 0 e avançou na Sul-Americana, não passou do zero com o Guarani e decepcionou a torcida que foi até o Brinco de Ouro em Campinas acompanhar a estreia de Valdívia, que jogou o segundo tempo, mas ainda não mostrou aquele futebol que o consagrou no time verde.
No sábado, o Grêmio Prudente foi até Goiás e venceu os donos da casa por 2 a 1, empurrando a crise para o time goiano e escapando da zona de degola.
Com todos esses resultados, o timão está muito perto do “Flu” e pode assumir a dianteira a qualquer momento. Olha o timão aí, gente!
Postou Ricardo Monzillo – Esporte Brasil
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Olha o timão aí
Demônios da Garoa celebram Adoniran Barbosa em São Caetano
Autor e intérprete de grandes sucessos da música popular brasileira, Adoniran Barbosa traduziu perfeitamente o cotidiano da cidade de São Paulo em suas canções. Para homenagear essa grande figura e celebrar os 100 anos de seu nascimento (6/8/1910), a Secretaria Municipal de Cultura (Secult) da Prefeitura de São Caetano do Sul promove uma programação gratuita especial, com bate-papo sobre o músico e show com seu repertório.
Bate-papo – Nesta quarta, dia 25, o público poderá participar de um animado bate-papo sobre o artista. Celso Campos Jr., Fred Rossi, Julio Medaglia e Sérgio Rubinato prometem revelar histórias curiosas e engraçadas, e detalhes da vida do músico.
O jornalista Celso Campos Jr. é autor da mais complexa biografia sobre o artista, intitulada “Adoniran Barbosa, uma biografia”. Fred Rossi tem 40 anos de experiência como produtor cultural e já trabalhou com o grupo Demônios da Garoa, além de ser o idealizador e autor do livro-agenda Anotações com Arte – Adoniran Barbosa. O maestro Julio Medaglia, de renome internacional, regeu músicas de Adoniran no final dos anos 60. E Sérgio Rubinato é sobrinho do compositor, e tendo convivido com o tio desde a infância.
Show – Domingo (29/8), as músicas de Adoniran Barbosa estarão no show dos maiores intérpretes e acompanhantes do compositor, os Demônios da Garoa, que contam mais de 50 anos de carreira e são considerados o grupo mais antigo do Brasil ainda em atividade.
Além da música Trem das Onze, que se transformou em marca registrada do grupo, os Demônios da Garoa vão embalar o público com várias canções do poeta paulista, como Iracema, Saudosa Maloca, O Samba do Arnesto, As Mariposa, Tiro ao Álvaro, Ói Nóis Aqui Trá Veiz, entre outras.
Serviço:
Quarta, 25 de agosto, às 20 horas – Bate-papo, no Teatro Santos Dumont (Avenida Goiás, 1.111, Bairro Santa Paula).
Domingo, 29 de agosto, às 15 horas – Show com o grupo Demônios da Garoa, no Espaço Verde Chico Mendes (Rua Fernando Simonsen, 566, Bairro São José).
ENTRADA FRANCA
Mais informações na Secult, pelos telefones 4232-1237 ou 4232-1294.
sábado, 21 de agosto de 2010
"Memória Brasil", com Roberto Luna
A Rádio Brasil MPB apresenta neste final de semana o programa "Memória Brasil", entrevistando o cantor Roberto Luna, com apresentação de Alcides Martins Fontes Júnior.
O programa vai ao ar neste domingo (22/8) e segunda-feira (23), em duas edições: ao meio-dia e às 20 horas.
O programa vai ao ar neste domingo (22/8) e segunda-feira (23), em duas edições: ao meio-dia e às 20 horas.
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Memória Brasil com Roberto Luna
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Chico Buarque – Histórias de Canções
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| Dupla canta e conta Chico Buarque em quatro apresentações |
Acompanhado do cantor Rogério Silva e do ritmista Marcelo Mali, Wagner Homem destila uma série de histórias interessantes sobre os personagens de Chico – e suas inspirações –, num clima de sarau, mostrando como surgiram tantas obras-primas da música popular brasileira. Conta-se e canta-se Chico Buarque.
A ideia para o show aconteceu por acaso. Wagner conta: “Para fazer o lançamento do livro num clube em São Paulo convidei meu amigo Rogério Silva, que há oito anos toca e canta Chico Buarque na noite paulistana. O combinado era que ele tocaria cinco ou seis canções das 133 comentadas no livro, e eu contaria as respectivas histórias para em seguida iniciar a sessão de autógrafos. Mas choveu. E muito. E a pessoa que deveria chegar com os livros ficou presa no trânsito. Ficamos ali, cantando e contando histórias durante uma hora e quarenta minutos, até que finalmente os livros chegaram. Pela receptividade do público, percebemos que tínhamos um show quase pronto. Roteirizamos, ensaiamos e o livro virou este show”.
Bom humor - No show, o público é conduzido pelas músicas de Chico a um passeio pela história recente do Brasil e da MPB. Desde os primeiros sucessos, como “Pedro Pedreiro” e “A Banda”, os embates com a censura do regime militar, o relacionamento de Chico com parceiros como Tom Jobim, Vinicius de Moraes e Toquinho, sua paixão pelo futebol e pela língua portuguesa, os festivais da década de 1960, tudo isso é cantado e contado com muito humor. O espetáculo é entremeado com vários documentos sonoros, alguns raríssimos, como a entrevista de Julinho da Adelaide (pseudônimo que Chico adotou para driblar a censura) ao Jornal Última Hora, ou ainda uma gravação que mostra o exato momento em que surge a canção “Vai Passar”.
Serviço:
Show ”Chico Buarque – Histórias de Canções”
Local: Teatro Fecap – Avenida Liberdade, 532 – São Paulo
Datas e horários: 21, 22, 28 e 29 de agosto – sábados, às 21h; domingos, às 19h
Lotação: 400 lugares
Duração: 90 minutos
Preços: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) – Cartões Mastercard, Visa e Diners
Bilheteria do teatro: quinta e sexta, das 14h às 20h; sábado, das 15h às 21h; domingo, das 14h às 19h
Ingressos pela internet nos sites do Teatro Fecap e Ingresso Rápido
Ingresso Rápido: 4003-1212 (segunda a sábado, das 9h às 22h; domingos e feriados, das 11h às 19h)
Recomendado para maiores de 14 anos
Acesso para deficientes físicos
Postou Laila Guilherme – Cinema Brasil
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Espetáculo Chico Buarque – Histórias de Canções
Palmeiras vence e avança na Sul-Americana
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EFE Tadeu brilha na vitória do Palmeiras |
Jogando com raça e determinação e com o apoio irrestrito da massa alviverde, que não parou de incentivar um minuto sequer, o Palmeiras conseguiu abrir o placar no finalzinho do primeiro tempo com o atacante Tadeu, que alucinou a torcida esmeraldina.
No segundo tempo, o Vitória, que esperou muito o time do Palestra Itália no seu campo, começou a se soltar, mas outra vez em jornada inspirada Tadeu marcou o segundo gol e deu esperanças para o Palmeiras tentar o terceiro. Quando tudo indicava que a partida iria para os pênaltis, aos 43 minutos da etapa final, Marcos Assunção marcou um golaço de falta fez o terceiro gol do verdão, levando a torcida ao delírio e à classificação do Palmeiras para as oitavas de final da Sul-Americana. Na partida que marcou os 500 jogos do goleiro Marcos, o camisa número 1, ganhou de presente o resultado e escapou dos pênaltis. Vitória histórica e com a cara de Felipão.
PALMEIRAS 3 x 0 VITÓRIA
PALMEIRAS
Marcos; Mauricio Ramos, Danilo e Fabricio (Ewerthon); Márcio Araújo, Edinho, Marcos Assunção, Tinga e Rivaldo; Luan (Patrik) e Tadeu.
Técnico: Luiz Felipe Scolari
VITÓRIA
Viáfara, Eduardo, Wallace, Anderson Martins e Egidio; Vanderson, Ricardo Conceição, Thiago Humberto e Ramon (Neto Coruja) (Renato); Elkeson e Schwenck (Junior).
Técnico: Toninho Cecílio
Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo
Árbitro: Heber Roberto Lopes
Auxiliares: Erich Bandeira e Dilbert Pedrosa
Renda: R$ 437.422,00
Público: 22408 torcedores (total)
Cartão amarelo: Eduardo (Vitória)
Gols: Tadeu (Palmeiras) aos 47min do primeiro tempo e aos 12min do segundo tempo; Marcos Assunção aos 43min da etapa final
Postou Ricardo Monzillo – Esporte Brasil
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Palmeiras vence e avança na Sul-Americana
Filarmônica Vera Cruz sob a regência do Maestro Júlio Medaglia, em São Bernardo do Campo
Sob a regência do maestro Júlio Medaglia, a Orquestra Filarmônica Vera Cruz se apresenta neste domingo, dia 22, em comemoração aos 457 anos de São Bernardo.
O maestro acaba de assumir a nova orquestra da cidade, a Vera Cruz Filarmônica, e a coordenação geral do Centro Livre de Música.
Júlio Medaglia montou uma orquestra clássica formada por 50 músicos, que já acompanham o maestro em outros projetos.
O novo nome da orquestra é uma homenagem ao Pavilhão Vera Cruz, antigo estúdio de importantes produções cinematográficas, entre as quais "O Cangaçeiro" e "Sinhá Moça","Tico - Tico no Fubá (Filme do Compositor Zequinha de Abreu. Inaugurado em 1949, o espaço foi utilizado posteriormente como local para feiras e exposições. A Vera Cruz que está retomando a sua vocação artística, passa a abrigar no teatro do local a sede da orquestra.
Neste domingo haverá uma apresentação da Filarmônica Vera Cruz, aberta ao público. Fará parte do programa um poema sinfônico do filme “O Cangaceiro”, um concerto para piano e orquestra de Chopin e uma sinfonia de Beethoven.
A apresentação da Filarmônica Vera Cruz, regida pelo Maestro Júlio Medaglia, no dia 22 de agosto, às 18h, será na Avenida Kennedy, 1.155 (atrás do Ginásio Poliesportivo), bairro Anchieta, na cidade de São Bernardo do Campo.
O maestro acaba de assumir a nova orquestra da cidade, a Vera Cruz Filarmônica, e a coordenação geral do Centro Livre de Música.
Júlio Medaglia montou uma orquestra clássica formada por 50 músicos, que já acompanham o maestro em outros projetos.
O novo nome da orquestra é uma homenagem ao Pavilhão Vera Cruz, antigo estúdio de importantes produções cinematográficas, entre as quais "O Cangaçeiro" e "Sinhá Moça","Tico - Tico no Fubá (Filme do Compositor Zequinha de Abreu. Inaugurado em 1949, o espaço foi utilizado posteriormente como local para feiras e exposições. A Vera Cruz que está retomando a sua vocação artística, passa a abrigar no teatro do local a sede da orquestra.
Neste domingo haverá uma apresentação da Filarmônica Vera Cruz, aberta ao público. Fará parte do programa um poema sinfônico do filme “O Cangaceiro”, um concerto para piano e orquestra de Chopin e uma sinfonia de Beethoven.
A apresentação da Filarmônica Vera Cruz, regida pelo Maestro Júlio Medaglia, no dia 22 de agosto, às 18h, será na Avenida Kennedy, 1.155 (atrás do Ginásio Poliesportivo), bairro Anchieta, na cidade de São Bernardo do Campo.
Cris Monzillo lança livro de Culinária na Bienal do Livro
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| Cris Monzillo e o livro do qual é coautora |
Durante a noite de autógrafos estiveram prestigiando o evento jornalistas da mídia escrita e falada, escritores e profissionais liberais. Na oportunidade, a diretora da Oficina do Livro Editora, Silvia Bruno Securato, falou da importância da segunda edição de Segredos da Cozinha 2: “Aqui temos receitas simples e um pouco da história de cada culinarista; a aceitação do livro atesta que é um sucesso”, conclui Silvia.
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| Cris com a 'madrinha' Baby Garroux |
A 21ª Bienal Internacional do Livro São Paulo 2010 termina no próximo dia 22 de agosto. Mais informações no site do evento, que prossegue até o final da semana.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Dois Perdidos Numa Noite Suja
Dois perdidos numa noite suja, peça de Plínio Marcos escrita em 1966, que já foi representada inúmeras vezes no Brasil e no exterior, além de ter duas adaptações para o cinema, reestreia hoje, com montagem da Cia. Triptal de Teatro, no Centro Cultural São Paulo (CCSP). Essa adaptação da peça, feita a quatro mãos, por Igor Kovalewski e André Garolli (que também assume a direção) já passou pelo Sesc Vila Mariana e Teatro Sérgio Cardoso.
Dois Perdidos Numa Noite Suja. De hoje a 26/9. Quinta a sáb., 21h; dom., 20h. Centro Cultural São Paulo (R. Vergueiro, 1.000, Paraíso). Tel. (011) 3397-4002. Ingresso: R$ 20 (à venda 2h antes de cada sessão).
Divulgação: Sonia Kessar
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Dois perdidos numa noite suja
Internacional é o Rei da América
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AP Photo/ Silvia Izquierdo |
No segundo tempo, o Colorado recebeu uma chacoalhada do técnico Celso Roth e o Inter acordou e foi atrás do placar. Kleber cruza da esquerda, Sóbis se antecipa e empata a partida levando ao delírio a torcida vermelha que lotou o estádio Beira-Rio. Confiante e mais seguro em campo, o Inter foi à frente e, numa roubada do jovem Leandro Damião que tinha entrado há pouco, disparou em contragolpe, chutou firme e fez o segundo do Inter num lance de muita persistência.
Com a vantagem estampada no placar, o Chivas ficou à deriva e Giuliano, em jogada pessoal, ganha da marcação e bate por cima e faz o terceiro, num golaço. O Chivas fez o segundo, no final da partida tentou arrumar briga, mas em nada estragou a festa do título, que teve Pelé como personalidade para entregar o troféu aos campeões. O Internacional conquista a América pela segunda vez e agora sonha com o seu segundo mundial. Parabéns, torcida Colorada. Vitória merecida e indiscutível.
INTERNACIONAL 3 X 2 CHIVAS
Internacional
Renan; Nei, Bolívar, Índio e Kleber; Sandro, Guiñazu, Tinga (Wilson Matias) e D’Alessandro; Taison (Giuliano) e Rafael Sóbis (Leandro Damião)
Técnico: Celso Roth
Chivas
Luis Michel; Magallón, Reynoso, De Luna e Ponce; Báez, Araújo, Fabián e Bautista; Omar Arellano e Omar Bravo.
Técnico: José Luis Real
Data: 18/8/2010 (quarta-feira)
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre
Público: 53.124
Renda: R$ 2.148.430,00
Árbitro: Oscar Ruiz (COL)
Auxiliares: Abraham González (COL) e Humberto Clavijo (COL)
Cartões amarelos: De Luna (Chivas), Fabián (Chivas), Bautista (Chivas), Omar Bravo (Chivas), Bolívar (Inter)
Cartão vermelho: Omar Arellano (Chivas)
Gols: Fabián (Chivas), aos 42 minutos do primeiro tempo; Rafael Sóbis (Inter), aos 16 minutos do segundo tempo; Leandro Damião (Inter), aos 31 minutos; Giuliano (Inter), aos 44 minutos do segundo tempo; Araújo (Chivas), aos 47.
Postou Ricardo Monzillo – Esporte Brasil
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